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sábado, 22 de junho de 2013

CINEMA – Star Trek: Além da Escuridão

O Espaço NUNCA Será a Fronteira Final!

     Coitada da Enterprise, como sofre essa nave interplanetária. Cai, explode, bate, quebra, afunda... Em quaisquer das fases de Jornada nas Estrelas, seja na televisão ou no cinema, ela toma uma rasteira dos produtores e diretores, que insistem em levá-la ao limite da capacidade mecânica/gravitacional/térmica. Nessa nova aventura, Star Trek – Além da Escuridão, isso não é tão diferente das suas antecessoras, pois, novamente, a Enterprise é posta à prova.
     O filme é dirigido por J.J. Abrams e produzido pelo mesmo, além de outros. Entre eles, Damon Lindelof, responsável, juntamente com Abrams, pela notória série LOST. Dessa vez, a história conta o surgimento de um dos maiores vilões da saga interplanetária: o impiedoso Khan, que tornaria a aparecer num episódio da série de TV, Space Seed, e num dos filmes da franquia do cinema e, talvez, o mais bem sucedido deles, A Ira De Khan. Em Além da Escuridão, Khan pretende desestabilizar a Frota Estelar com um ardiloso plano de eliminação dos principais elementos da congregação espacial.

domingo, 9 de junho de 2013

CINEMA – Mostra “Jornada nas Estrelas – Brasil: A Fronteira Final”

Indo Onde Todo Fã Ousará Ir!


     Tremei, Klingons! A tripulação da Enterprise desembarcará no Rio de Janeiro para uma mostra de filmes, tanto do cinema, séries de televisão e documentários.
     A partir da próxima terça-feira (11/06), e indo até o dia 23/06, os fãs e admiradores de uma das maiores sagas espaciais que se tem conhecimento poderão assistir à, aproximadamente, 18 produções distintas, passeando pelos mais diversos temas que envolvem esse imponente clássico da ficção científica, com SpockKirkSrta. UhuraSr. SuluScotchChecov e o indefectível Dr. Leonard “Bones” McCoy. O evento ocorrerá na Caixa Cultural, localizada na Agência Central da Caixa Econômica, no Centro do Rio, localizada à Avenida Almirante Barroso.


Vida longa e prosperem!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Comentando - Guerra dos Tronos

O Inverno Chegou!


Assistir à primeira temporada De Guerra dos Tronos é de verdade uma experiência pros nervos.

  A adaptação do livro Guerra dos Tronos:  As Crônicas de Gelo e Fogo de George R.R. Martim contou com sua produção executiva o que em tese garante fidelidade. Não li os livros (diacho de vida curta) mas lembro bem de uma série que me hipnotizava quando era menino: A Bela e a Fera com Ron Perlman e Linda Hamilton. Episódios tinham roteiro de George R.R. Martin e já pediam do público uma paciência. Não haviam grandes cenas de lutas, tudo era lento e intimista.

Baixe a resistência com o início de Guerra dos Tronos porque a viagem vale a pena. Sim é uma série de fantasia, mas olha, quem escreve aqui admirado nem é fã do gênero. Não curto Harry Potter, gosto do Senhor dos Anéis muito mais pelos efeitos visuais do segundo filme. Reclamo sempre que desde o primeiro os hobbits  poderiam ir voando nas águias convocadas por Gandalf e preferiram ir a pé queimar o anel, burrinhos. No entanto, Game of Thrones foi uma porrada. Me fez respeitar o universo de fantasia que como fã de sci-fi sempre o enxerguei uma coisa menor e com pouca imaginação (salvo exceções como Livros da Magia de Neil Gaiman e o interessantíssimo Fábulas, mas aí estou falando de outras mídias). Clique pro texto completo, abertura e teaser.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Série - AWAKE

A mais promissora série dos últimos anos.

Tudo que eu amo em ficção científica é quando o foco não é em efeitos espetaculares, mas um desafio `a imaginar possibilidades de vida. Se os efeitos ajudam a criar um ambiente ou situação imaginativa, melhor. Mas é o que acontece cada vez menos. AWAKE vem no melhor dos sentidos, uma pena que parece que a série só estréia ano que vem.

O detetive Michel Britten ama sua mulher e filho. Mas depois de sobreviver a um acidente,  acorda numa realidade onde a esposa faleceu. Quando dorme, acorda pra uma realidade onde foi o filho que não escapou.  Ele não sabe qual dos mundos é  o correto e pede ajuda em cada um deles. Enfim, confira a melhor prévia que já vi de uma série. Jason Isaacs vive o detetive.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Mulher Maravilha... eu disse pra vc






Foi bem mais rápido do que eu imaginava...


Como podem ver, o uniforme dessa Mulher Maravilha parece facilitar a vida das festas à fantasia. Não há nada de especial nele. E a atriz, na boa... tinha a obrigação de ser gostosíssima. A Helen Ganzarolli tem o rosto e as curvas de uma Mulher Mafavilha. Ou uma Panicat ficaria bem. Enfim...



Vamos esperar...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Escolhida a atriz pra Mulher-Maravilha



Bonita, mas não é essas maravilhas...
Acho que os caras não conhecem brasileiras...

A atriz Adrianne Palicki (quem?) foi a única a fazer teste de elenco e passou em primeiro! (sabe-se lá como foi esse teste). Ela participou da série Supernatural como namorada de um dos caras chatos. A nova série já nasce condenada ao fracasso pela sinopse; A Mulher-Maravilha é combatente do crime  em Los Angeles - é isso ou Nova Iorque - e também uma executiva de sucesso. Pois é...
Tem mais...

sábado, 6 de novembro de 2010

SÉRIES - Spartacus Sangue e Areia







Balde com água, pano de chão, desinfetante e esfregão!



Há quase um ano a TV trouxe uma boa surpresa que acabou afastando pessoas como eu por exemplo. O motivo é que a série Spartacus Blod and Sand trouxe uma estética descarada do filme 300. O primeiro episódio desfila clichês, canastrice do elenco inteiro e uma violência tão escancaradamente falsa e exagerada que era risível. Porque insistir assistindo então? porque haveria algum respeito histórico ou efeitos especiais ou... nada disso. Falando de coração? porque um amigo garantiu que Lucy Lawless, a linda atriz de Xena, iria aparecer nua.

terça-feira, 22 de junho de 2010

SÉRIES - V

Me enganei! que bom!


V é uma das deliciosas vezes em que adorei estar errado! As campanhas do remake da emblemática série dos anos 80 baixaram minha expectativa pro chinelo; parecia tudo sem sal e picareta. Mas não é que não é?  Falando um idioma pop, ágil e sim, usando fórmulas das séries atuais, V encontra um balanço enter o lugar comum e abordagens inteligentes. É mantida duas linhas da série original; os visitantes são malignos e fingem que são amigos e tem lá seus interesses covardes, não sabemos ainda se querem devorar os humanos tal qual a série base. Mas eles chegam distribuindo a cura pro câncer e diversas doenças e criando indagações pra igrejas. Afinal, Jesus não cura câncer e esses malditos ets chegam aqui e resolvem sem nenhuma oração? ôps!  Tem também a Quinta Coluna que são os rebeldes dentro da própria organização alien que compartilham sentimentos pelos humanos. Por algum motivo, o modo como nós sentimos é importante pra parte da sociedade deles e repugnante pra outra parte.
Na atualização pro século XXI, saem as referências ao holocausto judeu que era o mote do original e entra um diálogo de alienação bem amarrado. Como vão conseguir desenvolver bem isso, é um abacaxi que a gente vai ver descascar.

A beleza da festa do disco voador é mesmo Morena Baccarin que interpreta a líder alien Ana. Antes disso, Morena saiu daqui do planeta Rio de Janeiro e teve destaque na série Firefly de Joss Whedon. Ela entendeu bem a personagem e elaborou complexidades sutis,  nuances bem mais interessante do que a Diana da série original; a dissimulação e a natureza et são um avanço bastante competente. Do lado humano o destaque vai pro papel que Scott Wolf desempenha. O repórter Chade Decker, melhor personagem da série, é visivelmente interesseiro, franco e mesmo assim distante de ser do "mal" por assim dizer.
Salvo algumas repetições e o medo do uso batido de "conflitos familiares" da protagonista Erica Evans (atriz Elizabeth Mitchel de Bost, digo, Lost) tem-se aqui a promessa de uma série cuidadosa. Vamos conferir o segundo ano.

Nota; 7,8 atmospheras!
Leia também: Planeta dos Macacos - O Livro
Crítica de Cáprica (início)

terça-feira, 8 de junho de 2010

SÉRIES - 24 Horas - Fim da série (Por Urbano)


Não precisa atirar no joelho, eu confesso!

Confesso que minha discriminação com Kiefer Sutherland somado aquelas locuções manjadíssimas de propaganda da Globo me manteve afastado de 24 Horas. Foi um amigo, o  ilustrador Giovanni Contanni (falecido em 2008) que surpreso com minha fraca reação ao seriado, me deu uma pilha de dvds que totalizavam 3 temporadas de uma vez e me desafiou a assistir os 2 dvds iniciais. Giovanni estava certíssimo. A qualidade da série criada por Joel Surnow (vindo da ótima série Nikita) e Robert Cochran se revelava. Tinha tudo pra dar errado: Kiefer Sutherland, tema de terrorismo logo após 11 de setembro e um formato de história que se passa em tempo real num período de um dia... era a receita pra clichê e marasmo pensava eu... que bom que errei feio.
O que mais impressiona em 24 Horas especialmente a partir da segunda temporada é a altíssima qualidade do roteiro. Na verdade, toda a inserção, fotografia, tomadas e até efeitos estão equivalentes ao que se tem no cinema. O roteiro, está ACIMA do que o telão nos apresenta em filme de ação desde um Duro de Matar. Aqui, a quantidade de reviravoltas sustentáveis a cada episódio consegue te surpreender e te manter na tensão, se você acerta uma, cai na seguinte e, sem dar tempo pra se recuperar, é jogado no teor de uma trama complexa sempre no centro do tornado. A série mesmo que tenha umas derrapadas (afinal, foram 8 anos) te respeita, te entende como inteligente e não apela pra repetições ou rebobinamentos a fim de ganhar tempo. Ela não te enrola, não faz pouco caso de você e ao mesmo tempo constrói personagens críveis e heróicos que são sim afetados pelas ações, erros e circunstâncias como há nunca se viu. Sempre no limite, sempre brilhante. Oito temporadas com uma odisséia que na verdade teve suas pontas  fechadas na sexta. A sétima surgiria como um bônus e auto-plágios das anteriores, surprendentemente eles conseguem pontos de qualidade intensa até mesmo quando recorrem às suas fórmulas que a essa altura já pareceriam exauridas e de fato o são em vários momentos. Chegamos a oitava num esquema de "ok, vai ser qualquer coisa pra terminar logo". E não é. Além de termos de volta a assustadora interpretação de um dos melhores personagens de todos os tempos: Charles Logan pelo então desconhecido Gregory Itzin, um monstro; ganhamos também em avanço, uma imersão no personagem principal, seu poder e as escolhas radicais que faz dentro de uma trama agora mais direta e picos de cenas de ação que rivalizam com superproduções caríssimas de blockbusters. O desfecho é  eletrizante que te deixa suspenso na cadeira e enobrece o personagem. Essa é uma série desenvolvida com carinho, com extrema atenção aos detalhes e um capricho inédito. Foram as melhores piores 24 horas de todos os tempos. Ahhh.. é série pra macho, não tem choradeirazinha no final. Missão cumprida!

Nota: 9,9 atmospheras.
Leia também: crítica do piloto de Cáprica

segunda-feira, 31 de maio de 2010

SÉRIES - Lost - Fim da série (Por Urbano)


Lost seu tempo?
Existe um pré-requisito pra se gostar tanto de Lost. Você tem que desconhecer ou ter assistido a pouco de Star Trek, Além da Imaginação ou até até mesmo Battlestar Galáctica. Séries que por exemplo, atingem pequeno público feminino. Em todas elas há incursões  bem mais intensas, elaboradas e criativas a realidades alternativas, viagens no tempo, vida e morte  num formato diferente sem dúvida. Mas se você não conhece, as coisas em Lost podem de repente te serem surpreendentes mesmo.

Pra quem considera senso crítico algo válido
Pois bem, comecei a assistir Lost bastante  interessado. Sou facilmente captado quando trabalham a imaginação com mistérios envolvidos que podem  ter a haver com sobrenatural  ou descambar pro meu gênero predileto que é a ficção científica. A primeira coisa que me pareceu no primeiro capítulo e também ocorreu a muita gente foi: "eles estão mortos." Mas pensei com meus botões; se os personagens estão mortos e essa é uma série que se pretende de mistério, é fácil demais. Devem ter coisas melhores preparadas mesmo que no final se revele isso mesmo. Não tinham. Pelo contrário. Não me decepcionei com o final de Lost pois logo no segundo capítulo da  primeira temporada , vi que quase metade dele é feito de cenas do capítulo anterior. O terceiro capítulo feito de cenas do primeiro e do segundo. O quarto com cenas dos anteriores e continuaram com essa cara de pau daí pra frente. Existe um nome técnico pra isso, chama-se encheção de linguiça. Quando percebi que era tudo que os produtores tinham, não vi porque ficar na ilha. E, sim, assisti a temporadas posteriores, mas sem nenhum frisson. Lost me pareceu picareta. Nada inteligente e extremamente apelativo pra fórmulas redondas.Bem mais interessado em ganhar tempo, fingindo muito mal saber o que estavam fazendo.  Daí o grotesco exagero da repetições de cenas ou a insistência em passagens que não levam a lugar algum, do que efetivamente levantar perguntas que eles tivessem a mínima noção da resposta.  Algo mais próximo de uma novela mesmo. Ficou evidente ao menos pra mim logo de cara, que os produtores fizeram um caça níquel oco que só não foi pior por conta da paixão dos fãs.


Quando os fãs são muito mais
O que Lost na geração internet gerou de interessante foi o que Matrix começou: discussões  por conta das perguntas levantadas. Os fãs completam os tremendos buracos de Lost com argumentos às vezes brilhantes que só não se mantém muito porque numa cena posterior a série aparece com outra peça sem encaixe. Mas tem fanboy que merece. É insuportável quando um fã de Lost percebendo que sua série vai chegar ao fim toda esburacada e sem respostas, começa a defender que a série não precisa de respostas e deve terminar sem nexo. Era mais honesto se mostrar decepcionado como fizeram a metade dos fãs até porque os produtores fizeram questão de dizer desde o início que tudo seria respondido; mentiram desgraçadamente. Desesperados (?) fizeram um capítulo final apelando pra "cenas tocantes". Desrespeito, descaso... nivelando por baixo.

Nota: 2 atmospheras.
Leia também: Fim de Lost por Márcio Quintella

quinta-feira, 27 de maio de 2010

SÉRIES - LOST (por Marcio Quintella)


Enfim, o Não-Fim...
Vida, morte, aceitação, transgressão, metafísica, planos espirituais, mistérios, guerras, números...
Na noite do último dia 23, nos EUA, e do dia 25 aqui no Brasil, foram exibidos os dois últimos capítulos da última temporada de LOST, uma das séries mais intrincadas e complexas dos últimos tempos.
A história criada e produzida por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof, e escrita, também, por Carlton Cuse, foi uma verdadeira pancada na cabeça no que se refere a estilo de narrativa, flashbacks e flashforwards, e também deixou muita gente de queixo caído ao revelar que o grande mistério da série estava estampado na cara do primeiro episódio. Ou seja, TODOS ESTAVAM MORTOS DESDE O COMEÇO !
E por que o espanto ? Por que a frustração ? Ah, tá, tdo mundo queria um final feliz, bonitinho, todos são e salvos em suas casinhas, Jack, o herói da mulherada, Sawyer o canalha irresistível, Kate, Juliet, Jin, Sun, Hurley, todos bem...
Com esse fio condutor, J.J. Abrams & Cia. desenvolveram uma história que misturou pecado, alegria, egoísmo, tristeza, dor, solidão, muito bem urdidos em temporadas que deram destaques diferentes a temas isolados, e que souberam, às vezes, despistar, outras, lançar dúvidas e, até mesmo, não dizer coisa alguma. Porque, de vez em quando, é necessário ficar calado. Primeiro foram os passageiros do Oceanic 815, depois vieram Os Outros, a própria ilha como centro de vários questionamentos. Enfim, tudo estava quase na cara. Bastava, para isso, algo ou alguém que desse uma pista. E esse alguém foi John Locke, que , desde o primeiro episódio, nos mostrou o que havia occorrido. Como um homem, que é paraplégico, sai andando normalmente após um acidente daquele ??? John foi o único que sabia o que tinha contecido, mas , para desespero de todos nós, fechou-se em sua concha coberta de filosofias e metáforas, sem sequer dar sinais de que iria revelar algo. Maldito seja John Locke ! Bendito seja quem o criou, conseguindo imortalizar um dos personagens mais enigmáticos de um seriado. Ponto para J.J. e "os outros" produtores, com trocadilho. A ideia de "personificar" a ilha como um lugar de expiação e transição de almas foi original, ainda que o tema de almas que não se aceitem como mortas já tenha sido explorada brilhantemente em O Sexto Sentido. Aqueles que quiserem, realmente, entender a série, vão ter que engolí-la capítulo a capítulo, senão vão boiar feio.
Outro ponto positivo de LOST, ao meu ver, foi o de utilizar nomes não tão conhecidos do público, mas que possuíam um currículo bem extenso em produções de TV e/ou cinema. Atores como Terry O'Quinn, que vestiu magistralmente a pele de John Locke, Michael Emerson, o "não tão fatídico assim" Benjamin Linnus, Henry Ian Cusick, o literalmente viajante Desmond Hume, e Elizabeth Mitchell, a doce e hipnótica Juliet Burke, são exemplos de como emergir talento e explosão de personagens. Destaques, ainda, para Jorge "Hurley" Garcia, Josh Holoway, Evangeline Lilly, Naveen Andrews, Yunjin Kim e Mathew Fox, cujo Jack Shephard mostrou-se um herói e um líder nato. Enfim, o final da série nos mostrou que, de um modo ou de outro, tudo continua, e as pessoas daquele voo irão descobrir isso, mas na ficção.
Aproveito para saudar o herói Jack Bauer, que , com fôlego de gato, conseguiu fazer de 24 Horas um diferencial, apesar do extenso tempo em que esteve no ar.
Por John Locke, Jack Shephard, Kate Austen, Benjamin Linnus, Juliet, Desmond Hume, Hurley, Sawyer, Sun e tantos outros, mas pelo fato do tema "almas sem rumo" já ter sido utilizado antes...
Nota: 9 atmospheras !
P.S. - Aguardem os comentários do Urbano sobre LOST. Ele tem a visão um pouco diferente da minha...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

SÉRIE - Smallville /promo de Sociedade da Justiça

Taí a série que descambou pro caminho de ficar mais juvenil com o passar do tempo... lamentavelmente. Mas agora, Smallville chama a atenção por colocar a Sociedade da Justiça. Não dá pra ignorar.