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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Livros - O Torcedor Acidental


O Brasil é Penta e Xexéo é Tetra !
O jornalista e colunista de O Globo, Artur Xexéo, é um profissional de sorte. Será ? Enviado especial às Copas do Mundo de 1994 até 2006, ele colheu, como poucos, experiências de quem observa, com minuciosa atenção, detalhes das cidades nas quais esteve hospedado, por conta desse grande evento esportivo.
O Torcedor Acidental (Ed. Rocco) narra algumas aventuras do jornalista pelos Estados Unidos, França, Coréia/Japão e Alemanha, onde passagens curiosas se misturam a fatos inusitados, todos, em sua maioria, presenciados por Xexéo. Em suas quase cento e oitenta páginas, ele discorre sobre comidas exóticas (Sangue de Boi Tem Poder), hotéis de quinta categoria (O Pior Hotel do Mundo), tradições orientais (Brincando Com a Língua de Goethe), andanças em Tóquio (Uma Encomenda em Shinjuku-ku) e, porque não dizer, futebol ! Isso tudo engrandecido por uma vertiginosa aventura com o saudoso Oldemário Touguinhó, célebre e mitológico jornalista esportivo, em Na Estrada, Com Oldemário. No final do livro ainda há algumas dicas para quem quer arriscar uma visita às cidades que foram palco dessas narrativas.
Xexéo faz de seu livro uma coleção de momentos únicos, registrados de forma peculiar pelo já consagrado colunista.
Nota: 9 atmospheras !

terça-feira, 6 de julho de 2010

Livro: A Corrente (de Estevão Ribeiro)

Um ano após lançar Enquanto Ele Estava Morto (autobiografico), Estevão Ribeiro parte pro romance de terror.

A sinopse fala por si:
Um Jovem Roberto Morate, encontra isso em sua caixa de mensagens:


“Olá.
Meu nome é Bruna e tenho dezesseis anos. Gosto de trocar mensagens, conhecer pessoas pela Internet e você foi escolhido para ser o meu novo amiguinho. Eu acredito que construiremos uma inesquecível história.
E para celebrá-la, eu lhe darei um presente: passe este e-mail para sete pessoas e eu lhe trarei muita sorte.
Sei que não acredita em mim, mas lhe peço que, mesmo assim, me ajude a fazer novos amigos.
Você não vai contrariar um pedido de uma morta, vai?”
Pensando se tratar de uma brincadeira, ele envia para sete conhecidos. Na mesma noite ele é atormentado por estranhos pesadelos e visões de uma criança, menina de pele queimada e… Pombos.
A situação se agrava quando a primeira pessoa a receber a corrente é cruelmente morta. Agora, Roberto precisa avisar aos outros do perigo que correm, enquanto luta pela sua própria sobrevivência.
Gostou?  sim, a premissa é inevitável de comparar com O Chamado, acontece que a qualidade do que Estevão já produziu segura o interesse nessa nova empreitada. Vamos conferir. Acesse : A Corrente   ... e passe adiante...

Leia Também: Lançamento Enquanto Ele Estava Morto

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Você precisa ver isso! Papo na Estante


Nesse caso, ouvir. Trata-se de Papo na Estante. Um podcats de literatura que acabei de conhecer. A palavra literatura tem um poder repelente tal qual a palavra matemática: a gente não quer ouvir falar! Culpa de nosso sistema de educação eficientíssimo em nos fazer odiar as coisas que na verdade são divertidas. Papo Na Estante é uma conversa com gente que está curtindo o que lê e são coisas modernas e bem legais flertando o tempo todo com o mundo pop. Os temas abordados ultimamente circulam em volta da ficção científica e fantasia e o último que ouvi teve a participação de Fábio Fernandes, um escritor de sci fi do qual por essas coincidências bizarras, eu comentei em meu post mais abaixo sobre o filme Time Traveler's Wife.
Ouça em:
http://paponaestante.com.br/

domingo, 27 de setembro de 2009

LIVRO - Planeta dos Macacos

Mas como era o original?

Um filme questionador e carismático como poucos devido também a ajuda do roteiro de Rod Serling (Além da Imaginação). O Planetas dos Macacos com Charlton Heston de 1968, teve quatro continuações, série de tv, desenho animado e um remake morno pelo fraquíssimo Tim Burton, sempre empenhado em estragar as coisas e que o cinema insiste em supervalorizar. Diga-se que a maior surpresa neste do Burton não é o final que nem ele entendeu, mas o fato de Johny Depp (um caso?) NÃO fazer parte do elenco.

E o livro que deu origem a tudo? é mesmo ótimo!! Tem sim o pecadilho de deixar pontas soltas. Mas com tantas coisas bem construídas, sérias e criativas, que acabo desejando que insistam numa nova transposição pra tela, desde que Burton mantenha suas patas fedorentas longe da produção! O ideal pra Planeta dos Macacos, se sonharmos com uma nova versão; seria um filme europeu. Francês tal qual o autor Pierre Boulle e seu personagem principal que era Ulisse Mérou, e não um Taylor ou Davidson. Mérou é um jornalista que no ano 2500, faz parte da expedição em busca de um planeta próximo à gigantesca Betelgeuse. A história do perrengue que ele vive, é lida por um casal que encontra seus escritos numa garrafa boiando no espaço. Os macacos desse planeta dominam uma tecnologia similar a do início do século XX com prédios e aviões. Estão lá Zira, Cornélius, Dr. Zeius e até Nova, bem próximos aos que são do filme de 1968 onde em contraponto, há um acerto no livro que eles deram uma pequena deslizada no filme em prol da adaptação: Se eu fosse um astronauta que estivesse num planeta onde macacos dominam, eu sacaria que estava na Terra ou que americanos tivessem a haver com eles pelos simples fato de que... eles falam inglês, cacilda! E Taylor não percebeu isso?? perdoável por todas as outras virtudes que o filme carrega. No livro, Mérou passa um bom tempo aprendendo a língua nativa e, após provar ser um homem capaz e inteligente, é aceito pela sociedade macaquense e até admirado por alguns. Esses e outros elementos foram aproveitados pela terceira parte da versão no cinema. Num dado momento, mostram o pregão da bolsa de valores para Mérou, toda aquela algazarra conhecida por nós, elevada a décima potência com macacos saltando de anteparos, o tipo de coisa que valia ver no telão. Agora, não me odeie pois não revelo o final e fica o estímulo pra que vc leia a versão de Boulle. Escritor também de A Ponter do Rio Kwai, quando usou suas experiências da 2º Guerra Mundial onde chegou a trabalhar como agente secreto servindo à França.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Livro/lançamento: Enquanto Ele Estava Morto



Trabalho nacional digno de nota de verdade!

Caçambola... eu sou um cara chato... compro, divulgo e apoio o que puder de trabalhos feitos por quadrinistas nacionais. Mas faço isso geralmente apenas porque são gente nossa e torço de coração pelo sucesso pra que abra espaço pra maior expressão. Mas a verdade é que gosto bem pouco de quase tudo que é produzido (eu disse que sou chato). A grande maioria, na boa? é uma bosta. Alguns são feitos de apenas rabiscos e tem gente que enxerga "inteligência" ali, quando na verdade não tem nada além de pretensão. Outros se concentram na vidinha pseudo/playboy/descolada/lugar-sujo da zona sul do Rio ou Sampa. São trabalhos feitos não para o público, mas pra si mesmos. Piadas que só os autores entendem. Ou simplesmente repetidas e quase sempre aquelas apelações para palavrões e baixo nível. Desculpe senhores, vejo pouca arte nisso. Essa coisa "underground" pra dizer que é cool entre uma maconha e outra não é comigo.

É por isso que é um prazer legítimo divulgar algo como Enquanto Ele Estava Morto de Estevão Ribeiro, do qual eu não preciso fingir que é um bom trabalho. Ou ao menos a premissa é qualquer coisa que pretende algo de coração. Até porque é baseado em experiências reais e intensas pra dizer pouco, do próprio Estevão. Este recebeu a notícia da morte do irmão num garimpo na Bahia e iniciou uma busca de nove dias. Sua infância e a de outros irmãos também é retratada. O homem real que é um quadrinista dos nossos, tem sua simples e poderosa biografia. Não é algo pra se deixar passar.

No Espírito Santo: Livraria Logos de Vila
Velha (R. Dr. Antônio, nº 684 - Ed. Park Center - Lojas 06/07 - Centro
- Tel.: 27 3388-2011), dia 03 de julho (nesta sexta) às 19h.

No Rio: Livraria Leonardo Da Vinci (Av, Rio Branco, nº 185 -
Subsolo - Em frente à Caixa Econômica Federal, próximo à estação
Carioca).

Por: Urbano.