Cinema Que Homenageia o Cinema Que Emociona o Cinema !
Quando assisti a Cinema Paradiso, pensei que nunca mais veria uma homenagem tão fabulosa ao cinema. Estava enganado. Hugo, que por aqui teve o indevido nome de A Invenção de Hugo Cabret, é uma declaração de amor ao cinema embrião, o cinema feito com poucos recursos, mas com muita sensibilidade. Cinema feito por aqueles que acreditavam que, um dia, a sétima arte apaixonaria milhões de pessoas, com suas histórias mágicas e truques bem elaborados.
O universo do pequeno Hugo Cabret é construído em cima de um sonho que vai tomando forma à medida que a realidade se apresenta ao protagonista do filme. E, para construir a realidade tão desejada, ele conta com um amigo especial, o recluso cineasta Georges Méliès. Através da lente humana de Méliès, Hugo vai conhecendo os segredos do legado deixado por seu pai (uma passagem simples mas marcante de Jude Law).
domingo, 11 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Trailer 2 dos VINGADORES!
Não erre Joss Whedon! Não erre Joss Whedon!
Que ninguém repare o uniforme ridículo do Capitão América nem a Viúva Negra enfrentando uma armada alienígena com uma pistola, afinal é Scarlet Johansson... ela pode!
Trailer empolga sim! dá medo... mas empolga! os diálogos estão ótimos!
"Estará você tão desesperado que convocou criaturas perdidas pra vos defender?"
Gostei disso!
Agora, que pena que Edward Norton não é mais Bruce Banner... a gente aceita Ruffalo por pura falta de opção. E torce que eles melhorem o CGI até o lançamento do filme, porque a borracha se faz presente.
Que ninguém repare o uniforme ridículo do Capitão América nem a Viúva Negra enfrentando uma armada alienígena com uma pistola, afinal é Scarlet Johansson... ela pode!
Trailer empolga sim! dá medo... mas empolga! os diálogos estão ótimos!
"Estará você tão desesperado que convocou criaturas perdidas pra vos defender?"
Gostei disso!
Agora, que pena que Edward Norton não é mais Bruce Banner... a gente aceita Ruffalo por pura falta de opção. E torce que eles melhorem o CGI até o lançamento do filme, porque a borracha se faz presente.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
CINEMA - Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (por Marcio Quintella)
Lambretinha Apagada...
Recentemente, Nicholas Cage deu uma entrevista afirmando que dará mais ênfase em papéis com espírito mais crítico. Deus te ouça, Cage, Deus te ouça, porque nesse último trabalho que aterrisou por aqui, Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança, não vi nada de autoral, ou de cunho social, ou coisa que valha. Muito pelo contrário, é um filme que pode até ter mais ação do que sua origem, mas em nada se compara em termos de história, e até distorce um pouco fatos narrados no primeiro filme.
Recentemente, Nicholas Cage deu uma entrevista afirmando que dará mais ênfase em papéis com espírito mais crítico. Deus te ouça, Cage, Deus te ouça, porque nesse último trabalho que aterrisou por aqui, Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança, não vi nada de autoral, ou de cunho social, ou coisa que valha. Muito pelo contrário, é um filme que pode até ter mais ação do que sua origem, mas em nada se compara em termos de história, e até distorce um pouco fatos narrados no primeiro filme.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
CINEMA - Os Descendentes (por Marcio Quintella)
Nada É O Que Parece !
O tema “dramas de família” já foi explorado diversas vezes no cinema, em filmes como Kramer x Kramer, Gente Como a Gente, Laços de Ternura e Beleza Americana, todos com suas histórias sobre momentos distintos de uma família americana, no caso.
Mas se é para falar de drama, não contem com o Sr. Alexander Payne, que já nos brindou com Sideways – Entre Umas e Outras, literalmente. Os Descendentes, seu último trabalho, conta a história de um homem comum, Matt King, e seus vários dilemas: a doença de sua esposa, a relação com as filhas problemáticas e tomar uma importante decisão que pode afetar a vida de habitantes de uma das ilhas do Havaí, que nos é mostrado do ponto de vista humano, e não turístico, sem suas praias paradisíacas e cinematográficas. Ou seja, uma boa propaganda contra o estado, tipo "NÃO VENHA AO HAVAÍ !". O roteiro de Payne e Nat Faxon é até bem escrito, mas daí a ser uma preciosidade...
O tema “dramas de família” já foi explorado diversas vezes no cinema, em filmes como Kramer x Kramer, Gente Como a Gente, Laços de Ternura e Beleza Americana, todos com suas histórias sobre momentos distintos de uma família americana, no caso.
Mas se é para falar de drama, não contem com o Sr. Alexander Payne, que já nos brindou com Sideways – Entre Umas e Outras, literalmente. Os Descendentes, seu último trabalho, conta a história de um homem comum, Matt King, e seus vários dilemas: a doença de sua esposa, a relação com as filhas problemáticas e tomar uma importante decisão que pode afetar a vida de habitantes de uma das ilhas do Havaí, que nos é mostrado do ponto de vista humano, e não turístico, sem suas praias paradisíacas e cinematográficas. Ou seja, uma boa propaganda contra o estado, tipo "NÃO VENHA AO HAVAÍ !". O roteiro de Payne e Nat Faxon é até bem escrito, mas daí a ser uma preciosidade...
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
TRAILER - O Espetacular Homem Aranha
Como diria o Mulder: "Eu quero acreditar..."
Na mosca! (ou aranha!)
É o que precisava mesmo esse reinício da franquia depois do festival de estragos que Sam Raimi fez no terceiro filme.
E de bônus ainda temos uma Gwen Stacy bem mais gostosa que a Mary Jane da Kirsten Dunst (atriz que teve o prazo de validade mais rapidamente acabado da história do cinema).
Na mosca! (ou aranha!)
É o que precisava mesmo esse reinício da franquia depois do festival de estragos que Sam Raimi fez no terceiro filme.
E de bônus ainda temos uma Gwen Stacy bem mais gostosa que a Mary Jane da Kirsten Dunst (atriz que teve o prazo de validade mais rapidamente acabado da história do cinema).
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Trailer - Vingadores
... E nós temos um HULK!
Por Odin que Joss Whedon acerte com o filme dos Vingadores. Porque a expectativa depois desse comercial do Super Bowl se tornou astronômica!
Por Odin que Joss Whedon acerte com o filme dos Vingadores. Porque a expectativa depois desse comercial do Super Bowl se tornou astronômica!
sábado, 4 de fevereiro de 2012
CINEMA - Festival "John Waters - O Papa do Trash"
Trash Bom É Trash Ruim (e vice-versa) !
Que John Waters é um cara esquisito, muita gente sabe. Aliás, até sua aparência é estranha e diferente, e sua obra cinematográfica mais ainda. Por conta disso, a Caixa Cultural está promovendo a mostra John Waters – O Papa do Trash até o próximo dia 16 desse mês, exibindo todos os seus filmes. Estão lá Pink Flamingos, Polyester, Hairspray e Cry-Baby, entre outros, onde quase a metade deles foi estrelada por sua (seu ?) musa inspiradora, o travesti Divine, falecido em 1988.
A repugnância e o grotesco sempre deram o tom de seu trabalho, além de um toque exótico e chocante. Waters é uma figura polêmica que sempre gera discussões sobre sua maneira de filmar e lidar com cinema.
Na foto ao lado, Divine em um de seus filmes mais famosos, Pink Flamingos.
Para os interessados, a programação completa pode ser acessada em http://www.caixacultural.com.br/html/main.html.
Que John Waters é um cara esquisito, muita gente sabe. Aliás, até sua aparência é estranha e diferente, e sua obra cinematográfica mais ainda. Por conta disso, a Caixa Cultural está promovendo a mostra John Waters – O Papa do Trash até o próximo dia 16 desse mês, exibindo todos os seus filmes. Estão lá Pink Flamingos, Polyester, Hairspray e Cry-Baby, entre outros, onde quase a metade deles foi estrelada por sua (seu ?) musa inspiradora, o travesti Divine, falecido em 1988.
A repugnância e o grotesco sempre deram o tom de seu trabalho, além de um toque exótico e chocante. Waters é uma figura polêmica que sempre gera discussões sobre sua maneira de filmar e lidar com cinema.
Na foto ao lado, Divine em um de seus filmes mais famosos, Pink Flamingos.
Para os interessados, a programação completa pode ser acessada em http://www.caixacultural.com.br/html/main.html.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
CINEMA - As Aventuras de Tintim (por Marcio Quintella)
Simples ? Sim ! Perfeito ? Quase...
Dos quadrinhos para a tela. É uma equação simples, certo ? Eu diria que Spielberg QUASE acertou. Utilizando a mesma técnica com que foi feito Avatar, As Aventuras de Tintim coloca o jovem herói e seu inseparável amigo Milu, criados pelo cartunista belga Hergé, na tela grande e não decepciona os fãs que já conheciam suas peripécias dos quadrinhos. E está aí, talvez, a única falha do filme.
Dirigido por Steven Spielberg e com produção de Peter Jackson, ou seja, nomes que dispensam apresentações de seus currículos, o filme se baseia em três livros distintos: O Caranguejo das Tenazes de Ouro, O Segredo do Licorne e O Tesouro de Rackham, O Terrível, onde o terceiro é continuação do segundo. O roteiro de Steven Moffat, Edgar Wright e Joe Cornish faz um entrelaçado dessas histórias para mostrar o início da amizade entre Tintim e o Capitão Haddock e, também, para explicar a trama que envolve a descoberta do tesouro de Rackham. Por conta disso, talvez algumas cenas tenham sido exageradas e sem explicação. Como eu conheço as histórias, não escreverei aqui para não perder a graça.
Dos quadrinhos para a tela. É uma equação simples, certo ? Eu diria que Spielberg QUASE acertou. Utilizando a mesma técnica com que foi feito Avatar, As Aventuras de Tintim coloca o jovem herói e seu inseparável amigo Milu, criados pelo cartunista belga Hergé, na tela grande e não decepciona os fãs que já conheciam suas peripécias dos quadrinhos. E está aí, talvez, a única falha do filme.
Dirigido por Steven Spielberg e com produção de Peter Jackson, ou seja, nomes que dispensam apresentações de seus currículos, o filme se baseia em três livros distintos: O Caranguejo das Tenazes de Ouro, O Segredo do Licorne e O Tesouro de Rackham, O Terrível, onde o terceiro é continuação do segundo. O roteiro de Steven Moffat, Edgar Wright e Joe Cornish faz um entrelaçado dessas histórias para mostrar o início da amizade entre Tintim e o Capitão Haddock e, também, para explicar a trama que envolve a descoberta do tesouro de Rackham. Por conta disso, talvez algumas cenas tenham sido exageradas e sem explicação. Como eu conheço as histórias, não escreverei aqui para não perder a graça.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
FALECIMENTO - Theo Angelopoulos
A Morte Pequena de Um Grande Cineasta
Morreu nessa última terça-feira o diretor grego Theo Angelopoulos. Ele tinha 76 anos e faleceu em conseqüência de um atropelamento de moto. Ele foi socorrido na clínica Metropolitan, mas não resistiu aos graves ferimentos sofridos no acidente.
Ganhador de vários prêmios em sua trajetória pelo cinema, Angelopoulos se destaca por obras como Paisagem na Neblina, Um Olhar a Cada Dia e A Eternidade em Um Dia, esse último vencedor da Palma de Ouro em 1998. Angelopoulos era especialista em contar histórias da sociedade grega contemporânea, e seus filmes tinham como marca registrada grandes e silenciosos planos-seqüência, com imagens de paisagens gregas.
Fica o registro dessa perda lamentável, ocorrida de forma estúpida e ridícula, de um homem que gravou seu nome no novo cinema grego.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
CINEMA - Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras (por Marcio Quintella)
Chega, né ?
Os primeiros e ótimos filmes de Guy Ritchie deram o tom de seu trabalho, num misto de videoclipe com cenas de cortes rápidos, câmera lenta, fundo musical variado...Após outros trabalhos vieram Rock’n’Rolla e a primeira versão do diretor para a história de Sherlock Holmes, que nos brindou com um personagem de características tão diversas e sui generis quanto o roteiro desse filme. A segunda aventura do detetive inglês, Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras, transforma o personagem principal num misto de Rambo, Yoda e Houdini. Ah ! E também um pouco de Sherlock Holmes !
O problema é que Ritchie resolveu, num surto de delírio de grandeza, dar mais valor à ação física do que à cerebral. Se no personagem original a marca registrada era o raciocínio e a lógica, nesse filme o que prevalece é a força e habilidades físicas, sem tempo para pensar, deduzir, concatenar idéias e fazer conclusões exatas. Podemos dizer que Holmes virou um Ethan Hunt do século dezenove. E recheou o filme com cenas extremamente desnecessárias e que não acrescentam em nada à trama, como, por exemplo, a perseguição na floresta, uma pura exibição de tudo o que o diretor já mostrou em trabalhos anteriores.
Os primeiros e ótimos filmes de Guy Ritchie deram o tom de seu trabalho, num misto de videoclipe com cenas de cortes rápidos, câmera lenta, fundo musical variado...Após outros trabalhos vieram Rock’n’Rolla e a primeira versão do diretor para a história de Sherlock Holmes, que nos brindou com um personagem de características tão diversas e sui generis quanto o roteiro desse filme. A segunda aventura do detetive inglês, Sherlock Holmes 2: O Jogo de Sombras, transforma o personagem principal num misto de Rambo, Yoda e Houdini. Ah ! E também um pouco de Sherlock Holmes !
O problema é que Ritchie resolveu, num surto de delírio de grandeza, dar mais valor à ação física do que à cerebral. Se no personagem original a marca registrada era o raciocínio e a lógica, nesse filme o que prevalece é a força e habilidades físicas, sem tempo para pensar, deduzir, concatenar idéias e fazer conclusões exatas. Podemos dizer que Holmes virou um Ethan Hunt do século dezenove. E recheou o filme com cenas extremamente desnecessárias e que não acrescentam em nada à trama, como, por exemplo, a perseguição na floresta, uma pura exibição de tudo o que o diretor já mostrou em trabalhos anteriores.
domingo, 15 de janeiro de 2012
CINEMA - Cavalo de Guerra (por Marcio Quintella)
E Spielberg Não Caiu do Cavalo !
Steven Spielberg já nos fez chorar várias vezes. Já nos emocionamos na despedida entre um extraterrestre e seu amigo terráqueo em E.T., já derramamos lágrimas de revolta contra o racismo em A Cor Púrpura e já gritamos de ódio diante da intolerância alemã contra os judeus em A Lista de Schindler. Cavalo de Guerra, seu mais recente trabalho, traduz de forma emocionante o significado da amizade entre um animal e seu dono, fazendo com que nossa garganta dê um nó quase desatável. O filme conta a história de Joey, um cavalo puro-sangue, e seu dono, o jovem Albert Narracot. Os dois vão solidificando uma relação homem x animal intensa, que é abruptamente interrompida pela ida de Joey para a guerra. A partir daí, desenrolam-se na tela as aventuras e agruras pelas quais passa o simpático eqüino.
Steven Spielberg já nos fez chorar várias vezes. Já nos emocionamos na despedida entre um extraterrestre e seu amigo terráqueo em E.T., já derramamos lágrimas de revolta contra o racismo em A Cor Púrpura e já gritamos de ódio diante da intolerância alemã contra os judeus em A Lista de Schindler. Cavalo de Guerra, seu mais recente trabalho, traduz de forma emocionante o significado da amizade entre um animal e seu dono, fazendo com que nossa garganta dê um nó quase desatável. O filme conta a história de Joey, um cavalo puro-sangue, e seu dono, o jovem Albert Narracot. Os dois vão solidificando uma relação homem x animal intensa, que é abruptamente interrompida pela ida de Joey para a guerra. A partir daí, desenrolam-se na tela as aventuras e agruras pelas quais passa o simpático eqüino.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
CINEMA - Missão Impossível: Protocolo Fantasma (por Marcio Quintella)
Pelo menos, É Melhor do Que o Segundo...
Não podemos mudar muito a essências de filmes de espionagem: intrigas, planos mirabolantes, disfarces...Missão Impossível: Protocolo Fantasma estaria nessa categoria se não fossem as taquicárdicas cenas de ação que recheiam o filme. Por elas, MI4 não pode muito ser considerado como de espionagem, como foi o excelente embrião, dirigido por Brian de Palma.
Nesse filme, Ethan Hunt se vê novamente envolvido numa trama que o joga na latrina, tendo que consertar tudo de forma rocambolesca, com planos bem urdidos e junto à equipe que o ajudou. Dessa vez, os imprevistos foram bem elaborados, e sair deles foi a grande sacada desse episódio na franquia.
Não podemos mudar muito a essências de filmes de espionagem: intrigas, planos mirabolantes, disfarces...Missão Impossível: Protocolo Fantasma estaria nessa categoria se não fossem as taquicárdicas cenas de ação que recheiam o filme. Por elas, MI4 não pode muito ser considerado como de espionagem, como foi o excelente embrião, dirigido por Brian de Palma.
Nesse filme, Ethan Hunt se vê novamente envolvido numa trama que o joga na latrina, tendo que consertar tudo de forma rocambolesca, com planos bem urdidos e junto à equipe que o ajudou. Dessa vez, os imprevistos foram bem elaborados, e sair deles foi a grande sacada desse episódio na franquia.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Trailer - Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
O que é aquilo lá no céu? é um pássaro, é um avião? é um morcego?
Apesar de ter curtido Batman Begins, não via nada demais no trailer do Batman TDK (o filme, não as fitas), e fiquei extasiado com a qualidade do filme. Agora, é improvável uma expectativa baixa pro terceiro filme da franquia, a não ser a lembrança de que muitas raras vezes o terceiro filme de uma franquia foi algo de bom. Até De Volta Para o Futuro tem ali o seu ponto mais fraco.
E já estou bem ranzinza: não curti o vilão, a atriz pra ser a Mulher Gato tinha de ser outra com mais curvas... e o Batman aparece no trailer apenas uns 3,4 segundos e olhe lá.
Será assim também no filme? tomara que eu me engane de novo!
Apesar de ter curtido Batman Begins, não via nada demais no trailer do Batman TDK (o filme, não as fitas), e fiquei extasiado com a qualidade do filme. Agora, é improvável uma expectativa baixa pro terceiro filme da franquia, a não ser a lembrança de que muitas raras vezes o terceiro filme de uma franquia foi algo de bom. Até De Volta Para o Futuro tem ali o seu ponto mais fraco.
E já estou bem ranzinza: não curti o vilão, a atriz pra ser a Mulher Gato tinha de ser outra com mais curvas... e o Batman aparece no trailer apenas uns 3,4 segundos e olhe lá.
Será assim também no filme? tomara que eu me engane de novo!
Trailer - Motoqueiro Fantasma - Espírito da Vingança
Mas que diabos!
Pelas mãos dos caras do divertido e tresloucado Adrenalina, vem a promessa de uma correção nesse estranho reboot do Motoqueiro Fantasma com o mesmo ator.
Vou te falar: gostei bastante do trailer.
Tem lá o personagem Danny Catch. Não sei se seria uma passagem de bastão, o que em Hollwood é a cena final em que o personagem se sacrifica e passa pro moleque o legado de ossos em chamas. E talcena já ruim protagonizada por Nicolas Cage seria mais um constrangimento. Ele fez algo parecido em Kick Ass.Vamos conferir né? mas, se não acertarem, será mais um personagem da Marvel que tem reboot a cada filme. Como O Justiceiro, coitado.
Seria a maldição da caveira?
Pelas mãos dos caras do divertido e tresloucado Adrenalina, vem a promessa de uma correção nesse estranho reboot do Motoqueiro Fantasma com o mesmo ator.
Vou te falar: gostei bastante do trailer.
Tem lá o personagem Danny Catch. Não sei se seria uma passagem de bastão, o que em Hollwood é a cena final em que o personagem se sacrifica e passa pro moleque o legado de ossos em chamas. E talcena já ruim protagonizada por Nicolas Cage seria mais um constrangimento. Ele fez algo parecido em Kick Ass.Vamos conferir né? mas, se não acertarem, será mais um personagem da Marvel que tem reboot a cada filme. Como O Justiceiro, coitado.
Seria a maldição da caveira?
domingo, 18 de dezembro de 2011
Crítica - Gia
O melhor de Angelina Jolie
Não tenho certeza se foi na abertura da sátira a Star Wars feita pelo Frango Robô ou Uma Família da Pesada em que eles engraçadamente desvirtuam o assunto do texto (aquele em perspectiva no espaço) pra divagar sobre coisas nada a haver com Star Wars e comentam de um filme em que Angelina Jolie aparecia nua e ainda transava com outra garota. Foi o suficiente pra que eu procurasse Gia que é de 1998. Sim, Angelina Jolie aparece nua e transa com outra garota, a saber, a bela Elizabeth Mitchell da famosa série picareta Lost e de V (de vergonha).
Se você também não tinha ouvido falar, saiba que se trata de um filme pra tv, mas não de qualquer e sim coisa da HBO e que também conta um história real, a da modelo Gia Carangi. Ok, também nunca tinha ouvido falar de Gia Carangi, mas é um mundo em que sou mesmo leigo. Apenas posso supor a importância do tema pra quem se identifica com o universo da moda. Mas não temos aqui um filme propriamente "fashion" e nem mesmo um melodrama regado a açucar. Michael Cristofer que havia sido um dos roteiristas de As Bruxas de Eastwick, dirige este Gia mesclando documentário e dramatização. Tem qualquer coisa que promete ser chato, mas um pouco de atenção e a coisa engrena. Carregado mesmo pela melhor interpretação de Angelina Jolie da descolada menina bonita que se torna uma das primeiras supermodelos do mundo. Molecona, doce num momento e desconectadamente irascível em outros, era assumidamente lésbica num tempo em que isso poderia soar condenável. Gia exalava autenticidade e ímpeto nos menores trejeitos ao mesmo tempo com picos de inocência. Em nenhum segundo parecia em sintonia com a realidade formal, mas patinava sobre a própria. Era algo quase desarranjado.
Não tenho certeza se foi na abertura da sátira a Star Wars feita pelo Frango Robô ou Uma Família da Pesada em que eles engraçadamente desvirtuam o assunto do texto (aquele em perspectiva no espaço) pra divagar sobre coisas nada a haver com Star Wars e comentam de um filme em que Angelina Jolie aparecia nua e ainda transava com outra garota. Foi o suficiente pra que eu procurasse Gia que é de 1998. Sim, Angelina Jolie aparece nua e transa com outra garota, a saber, a bela Elizabeth Mitchell da famosa série picareta Lost e de V (de vergonha).
Se você também não tinha ouvido falar, saiba que se trata de um filme pra tv, mas não de qualquer e sim coisa da HBO e que também conta um história real, a da modelo Gia Carangi. Ok, também nunca tinha ouvido falar de Gia Carangi, mas é um mundo em que sou mesmo leigo. Apenas posso supor a importância do tema pra quem se identifica com o universo da moda. Mas não temos aqui um filme propriamente "fashion" e nem mesmo um melodrama regado a açucar. Michael Cristofer que havia sido um dos roteiristas de As Bruxas de Eastwick, dirige este Gia mesclando documentário e dramatização. Tem qualquer coisa que promete ser chato, mas um pouco de atenção e a coisa engrena. Carregado mesmo pela melhor interpretação de Angelina Jolie da descolada menina bonita que se torna uma das primeiras supermodelos do mundo. Molecona, doce num momento e desconectadamente irascível em outros, era assumidamente lésbica num tempo em que isso poderia soar condenável. Gia exalava autenticidade e ímpeto nos menores trejeitos ao mesmo tempo com picos de inocência. Em nenhum segundo parecia em sintonia com a realidade formal, mas patinava sobre a própria. Era algo quase desarranjado.
Teaser - Os Mercenários 2
Vê se acerta dessa vez!
O pôster está ótimo, mas na verdade parece comunicar com o excelente pôster de Robocop 2. Mercenários 2 perde Mickey Rourke, que não fez nada demais mesmo no primeiro e aumenta as participações de Schwarzennegger e Bruce Willis além de acrescentar Jean Claude Van Damme e o ser extradimensional que nós humanos conhecemos por Chuck Norris.
Eu de boa chutava o balde e chamava Jack Bauer, Mel Gibson e Danny Glover, Hutger Hauer, Mark Dacascos e ainda inseria digitalmente um Charles Bronson. Botava os cabras todos contra forças alienígenas e salvando o universo e tal.
O pôster está ótimo, mas na verdade parece comunicar com o excelente pôster de Robocop 2. Mercenários 2 perde Mickey Rourke, que não fez nada demais mesmo no primeiro e aumenta as participações de Schwarzennegger e Bruce Willis além de acrescentar Jean Claude Van Damme e o ser extradimensional que nós humanos conhecemos por Chuck Norris.
Eu de boa chutava o balde e chamava Jack Bauer, Mel Gibson e Danny Glover, Hutger Hauer, Mark Dacascos e ainda inseria digitalmente um Charles Bronson. Botava os cabras todos contra forças alienígenas e salvando o universo e tal.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Crítica - Tempo de Glória (por Urbano)
Glória esquecida
É interessante como as pessoas se referem a filmes com mais de 10 anos sintetizando todos eles a "eu assisti na Sessão da Tarde." Isso, filmes que NUNCA passaram na Sessão da Tarde. Meu comentário é apenas um apontamento ao quanto anda crescendo uma mentalidade pasteurizada. Afinal, que importância teria se foi ou não na Sessão da Tarde? apontamento tolo desse tal de Urbano.
Então vamos a um mais relevante: o quanto você ouviu falar do filme Tempo de Glória? pois é. A internet nos traz essas surpresas que foram novidade há mais de 20 anos. O diretor Edward Zwick reuniu Denzel Washington, Morgan Freeman, Cary Elwes e Matthew Broderick no papel de sua vida: a do coronel Robert Gould Shaw, liderança do primeiro regimento de negros que lutou na sangrenta guerra civil dos EUA.
Um pouco de história
Sim, eu posso concordar no quanto os americanos não prestam e tal. Mas há muito que isso deixou de ser sinal de anti-alienação. Se olhar a história com atenção suficiente, não sobra muito país mocinho, apenas quem ganha e quem perde. A guerra civil foi de 1861 a 1865 e vencida por Abraham Lincoln que era contra a escravidão. Apenas 19 dos 34 estados tinham a escravidão proibida e o sul não queria abrir mão de seu recurso lucrativo de trabalho braçal na agricultura. 11 estados formaram a Confederação que tentou derrubar a União (de Lincoln). Os dois lados começaram a montar seus exércitos e, no caso da União, os negros poderiam se alistar e serem pagos, o que era certa "vantagem" já que mesmo livres, era difícil conseguirem uma renda. E isso só foi possível porque houveram baixas demais e precisavam de homens. Ou seja: não eram bem recebidos pelas forças de Lincoln. Até pra lutar por sua dignidade ao lado dos próprios anti-escravistas foi uma coisa difícil pros negros conseguirem.
É interessante como as pessoas se referem a filmes com mais de 10 anos sintetizando todos eles a "eu assisti na Sessão da Tarde." Isso, filmes que NUNCA passaram na Sessão da Tarde. Meu comentário é apenas um apontamento ao quanto anda crescendo uma mentalidade pasteurizada. Afinal, que importância teria se foi ou não na Sessão da Tarde? apontamento tolo desse tal de Urbano.
Então vamos a um mais relevante: o quanto você ouviu falar do filme Tempo de Glória? pois é. A internet nos traz essas surpresas que foram novidade há mais de 20 anos. O diretor Edward Zwick reuniu Denzel Washington, Morgan Freeman, Cary Elwes e Matthew Broderick no papel de sua vida: a do coronel Robert Gould Shaw, liderança do primeiro regimento de negros que lutou na sangrenta guerra civil dos EUA.
Um pouco de história
Sim, eu posso concordar no quanto os americanos não prestam e tal. Mas há muito que isso deixou de ser sinal de anti-alienação. Se olhar a história com atenção suficiente, não sobra muito país mocinho, apenas quem ganha e quem perde. A guerra civil foi de 1861 a 1865 e vencida por Abraham Lincoln que era contra a escravidão. Apenas 19 dos 34 estados tinham a escravidão proibida e o sul não queria abrir mão de seu recurso lucrativo de trabalho braçal na agricultura. 11 estados formaram a Confederação que tentou derrubar a União (de Lincoln). Os dois lados começaram a montar seus exércitos e, no caso da União, os negros poderiam se alistar e serem pagos, o que era certa "vantagem" já que mesmo livres, era difícil conseguirem uma renda. E isso só foi possível porque houveram baixas demais e precisavam de homens. Ou seja: não eram bem recebidos pelas forças de Lincoln. Até pra lutar por sua dignidade ao lado dos próprios anti-escravistas foi uma coisa difícil pros negros conseguirem.
Que a forca esteja com o cavaleiro das trevas!
Robin, eu... não sou o seu pai!
Idéia chacoalhada de boa essa do ilustrador Dean Fraser de mesclar o universo de Star Wars com o do Batman.
Fundido!
Veja mais em sua página: http://www.deantfraser.com/SWEOTB.html
Idéia chacoalhada de boa essa do ilustrador Dean Fraser de mesclar o universo de Star Wars com o do Batman.
Fundido!
Veja mais em sua página: http://www.deantfraser.com/SWEOTB.html
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Crítica - Reféns
O olhar de penitência acertou mesmo Joel Schumacher
Joel Schumacher tem no portfólio filmes ótimos como O Cliente e Tempo de Matar, mas acabou entrando pra história por cometer um crime contra a humanidade chamado Batman e Robin em 1997. É impressionante que Schumacher esteja vivo e solto já que o mundo não esqueceu o que ele fez.
Apesar de criminoso, seus filmes bons atestam o potencial de uma direção interessante. Foi com esse pensamento imagino - ou alguém foi sádico mesmo - que deram a ele a talentosa Nicole Kidman e o bipolar em atuação Nicolas Cage pra Reféns (Trespass no original que significa Transgressão).
Joel Schumacher tem no portfólio filmes ótimos como O Cliente e Tempo de Matar, mas acabou entrando pra história por cometer um crime contra a humanidade chamado Batman e Robin em 1997. É impressionante que Schumacher esteja vivo e solto já que o mundo não esqueceu o que ele fez.
Apesar de criminoso, seus filmes bons atestam o potencial de uma direção interessante. Foi com esse pensamento imagino - ou alguém foi sádico mesmo - que deram a ele a talentosa Nicole Kidman e o bipolar em atuação Nicolas Cage pra Reféns (Trespass no original que significa Transgressão).
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Trailer- The Grey
Ferrou!
Joe Carnaham parece estar acertando num gênero de pouca relevância ultimamente: homem versus natureza. Lobos caçando sobreviventes de um acidente no Alasca. Algumas cenas me lembraram os ótimos Pânico na Neve e 30 Dias de Noite (apesar desse último ser sobre vampiros).
Espero eu que esse trailer que mexe com nervos seja a representação do filme e não desses que a gente não entende porque o cara que dirigiu o trailer supimpa não foi quem dirigiu o filme. Quero ver esse no cinema. No nível de tensão que está, recomendo lebvar a namorada praquelas bolinadas (se ela não tiver problemas cardíacos).
Joe Carnaham parece estar acertando num gênero de pouca relevância ultimamente: homem versus natureza. Lobos caçando sobreviventes de um acidente no Alasca. Algumas cenas me lembraram os ótimos Pânico na Neve e 30 Dias de Noite (apesar desse último ser sobre vampiros).
Espero eu que esse trailer que mexe com nervos seja a representação do filme e não desses que a gente não entende porque o cara que dirigiu o trailer supimpa não foi quem dirigiu o filme. Quero ver esse no cinema. No nível de tensão que está, recomendo lebvar a namorada praquelas bolinadas (se ela não tiver problemas cardíacos).
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