terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

CINEMA - Premonição 4

A morte é apenas o fim
Macacos mordam o Popeye! quando falaram que a franquia Premonição ia ter sua quarta parte em 3D, achei que ia ser de matar de tão bom! Não tem erro; um personagem num grupo de pessoas vive a morte dele e  quem o cerca, looping de antes de acontecer, ele avisa e alguns acreditam e se salvam da tragédia certeira. Daí é curtir como eles vão ser mortos um a um. Não vá ao cinema enganado. A franquia Premonição te diz isso, ela te entrega aquele cheesburguer que você já comeu.. O diferencial agora é o 3d e aqui cabe um adendo: muita gente acha que o 3d não deveria ser usado pra efeitos em que as coisas saltem na cara da gente. Que isso é um mal uso do 3d etc.... olha; discordo 100%. É muito infantil dizer isso. O 3d é sim  pra se usar com as coisas saltando da tela e sim, as histórias que se propõe o uso desse recurso devem contemplar isso. Qual o erro do contrário? essa é a razão de ser do 3d. É pra ter as coisas saltando da tela que eu pago meu ingresso mais caro.Senão eu iria numa sala normal. Quem assistiu AVATAR por exemplo na sala 2d e 3d não viu relevância na 3d. Não é porque o recurso foi bem usado. Do contrário, foi um desperdício de recurso não aproveitar isso. É a chance de uma imersão melhor, uma maior diversão.Taí um dos acertos deste 4º Premonição junto com mortes abusadas que não tem cabimento (o que é bem legal no caso). É diversão certeira. O problema é: ele não avança. É melhor que o terceiro filme cuja única vantagem foi exibir mais peitinhos. Mas esse quarto erra em não dar tempo da gente se apegar aos personagens até pra poder sentir mais quando eles são despedaçados. Faltou também essa coisa que cobro tanto: criatividade. Todas as mortes são mecânicas e ainda no quarto filme não explicam a origem da premonições e dos avisos. Já estava na hora de explorar isso. A falta de tato mais um desfecho tão despreocupado, tiram o gás de uma saga de terror que tem potencial pra uma das mais divertidas. Ainda desejo uma parte 5 melhor, mas não prevejo muito futuro.

4,8 atmospheras

TRAILER/GAME - Dead or Alive: Paradise

Ok, por mais que eu acha games uma coisa fantástica (e acho mesmo), me falta tempo pra lutar contra pixels.Sei que estou perdendo com isso, mas juro que vou corrigir. Me chamou atenção algo que reúne duas coisas que amo: alta tecnologia e mulheres belíssimas (e seminuas) no jogo Dead or Alive: Paradise, pra Playstation. Confira você:

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

CINEMA - Zumbilândia

Roteiro Zumbi
Sabe o que eu acho? as pessoas são tomadas por um bom trailer, assistem ao filme e colocam nele as qualidades que o trailer tem + a expectativa do tema. Por exemplo, amei o trailer de Daybreakers, mas se o filme for ruim, eu vou achar ruim. O trailer não vai mudar a realidade.


Ruben Fleisher dirige Zombieland que tem um dos atores que mais gosto: Woody Harrelson perdendo tempo em vestir Tallahassee, sobrevivente no planeta tomado por zumbis ao lado do loser Columbus (Jesse Eisenberg). O início do filme é estiloso e pop, bacaníssima introdução com o Columbus explicando suas regras pra se manter vivo num mundo daqueles. Então seguem-se minutos de diálogos mais do mesmo até aparecer o ponto alto do filme: Bill Murray. O que vem depois é inteiramente descartável, poderia ser um episódio meia boca de alguma série de tv. E não é preconceito de minha parte contra o gênero. Zumbis são um excelente tema, agradeçamos a Romero por isso. Mas volta e meia rola um desperdício que atingiu o clímax com aquela bobagem absolutamente sem graça (bem pior que Zumbilândia) chamada Todo Mundo Quase Morto. E muita gente cultua. Braiiinnnnn!!! Falta braiiiiiinnnn!!!

3,0 atmospheras.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Especial - Avatar pra que? Chupa essa James Cameron!

João Amorim - Obrigado a Matar 

A gente chama alguma coisa de especial às vezes quando não consegue classificar. Não tenho palavras. Assistam essa... pérola ou o que quer que seja... e desculpem qualquer coisa.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

CINEMA - Oscar 2010 (por Marcio Quintella)


Deu a Louca na Academia !

Todo ano é a mesma coisa: eu espero sair a lista dos candidatos ao Oscar de Melhor Filme para assisti-los antes da cerimônia de entrega para, pelo menos, ter uma noção de como está o nível das produções. Isso dá pra fazer com os candidatos ao prêmio principal. Outras categorias já fica mais difícil, só se eu tiver acesso aos filmes de outra forma, ou se fosse um jornalista, correspondente estrangeiro ou membro da Academia (Ops ! Aí já virou sonho !).
Nesse ano, parece que as coisas mudaram lá por Holywood, e resolveram aloprar geral, listando DEZ (eu disse DEEEEEEZ !) filmes, ou aspirantes a tal. Porque, sinceramente, indicar Amor Sem Escalas foi o fim da picada. Nada justifica esse filme estar entre os dez. Mas, tudo bem, vamos verificar os outros:

1. Avatar –Ouvi varias opiniões a respeito, quero tirar isso a limpo. O fato de ser o recordista de bilheteria não lhe dá o direito de ser um bom filme, haja vista Titanic;
2. Um Sonho Possível (The Blind Side) – A Academia adora filmes de superação. E ainda mais com a queridinha Sandra Bullock. Deve ter poucas chances;
3. Distrito 9 (District 9) – Bom filme, mas estaria no bolo somente para constar. Pelo menos é melhor que Amor Sem Escalas;
4. Educação (An Education) – Não conheço, mas tem o Alfred Molina, excelente ator. Já ganhou pontos por isso;
5. Guerra ao Terror (The Hurt Locker) – Juntamente com Avatar é o campeão de indicações (nove). James Cameron ensinou tudo direitinho pra sua ex-mulher, Kathryn Bigelow, e agora vai ter que engolí-la se ela ganhar;
6. Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds)– Indicação na base da barra forçada, porque é um dos filmes mais fracos de Tarantino. Mas, como é Tarantino, é pecado mortal não gostar dele. Agora vou ter que assistir, mas prometo falar mal;
7. Preciosa (Precious) – Baseado no livro Push, tem Mariah Carey e Lenny Kravitz pra estragar o filme. Pode ser uma boa aposta !
8. Um Homem Sério (A Serious Man)– Os irmãos Cohen atacam novamente ! O milagre é que Frances McDormand, esposa de Joel, não atua no filme. Será que é tão esquisito quanto Onde Os Fracos Não Tem Vez ?
9. Up – Altas Aventuras (Up !)– Infelizmente a excelente produção da Disney-Pixar não tem muitas chances. Mas vale a pena torcer por ela. Vou assistir com prazer !

Quanto às outras indicações, Meryl Streep deve fazer sua tradicional queda de braço, na categoria Melhor Atriz, com a favorita da vez, Sandra Bullock, que figura em quarto lugar nas lista de atores mais populares de Holywood (Meryl é a oitava) . As outras indicadas (Helen Mirren, Carey Mulligan e Gabourey Sidibe) correm por fora. Vou torcer pela atriz de Preciosa.
Na categoria Melhor Ator a briga está feia. Com exceção de George Ha ! Ha ! Ha ! Clooney, a disputa deve ficar entre Jeff Bridges, Colin Firth e Morgan Freeman. Firth tem meu voto, por sua atuação em A Single Man, ainda inédito por aqui.
Torço para que Up - Altas Aventuras leve os prêmios de Melhor Animação e Melhor Roteiro Original, seria uma vitória e tanto !
E, mais uma vez, o Brasil fica de fora no quesito Filme Estrangeiro...

Bem, até dia 7 de março, quando acompanho ao vivo à cerimônia, ok ?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Trailers - Fúria de Titãs

Novo trailer quentinho:

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CINEMA - Invictus

Quando as coisas funcionam 

Um diretor nada de excepcional (embora aclamadíssimo:" óooo como ele é booom.." sei...) + um ator que há quase 30 anos faz o mesmo papel  que é o dele mesmo + outro ator que não faz outra coisa a não ser interpretar o arquétipo do gênio/super + um filme fórmula daqueles pensando em estatueta e...em nome do cérebro positrônico do Asimov, não é que ficou bom pacas??

Acho que é a primeira vez que considero de verdade um filme de Clint Eastwood. Não por ser de Clint Eastwood, que fosse uma iguana mecânica e movida à carvão ter dirigido, o que importa é se você vai ser transposto pra história ou não. Ainda mais com uma premissa tão distante da minha realidade quanto essa coisa chamada rúgbi na África do Sul. Nelson Mandela saiu da prisão de 27 anos e foi eleito presidente. Boa parte dos negros ressentidos de tudo que passaram em gerações, creditam Mandela como o vingador que vai puxar a balança pra um só peso. O exemplo que está no maisntream do país naquele momento é o tal esporte rúgbi representado por um time colecionador de derrotas composto em sua maioria por brancos e desprezado pela população negra que quer mesmo é que o time vá pra pu... pra lá mesmo. O esporte está em alta porque a copa do mundo deste será  justo naquele país. Mandela (Morgan Freeman) enxerga sozinho uma oportunidade de dar uma paulada doída no racismo e chama Francois Pienaar o capitão branco do malfadado time.
Belas músicas africanas tocando ao fundo, tal qual Michael Mann usou em Ali. Carinho com personagens secundários como a cirra racista da própria guarda pessoal do presidente e séries de tomadas com gruas extensas vão prendendo a gente.Como não conheço a história real, não sei o que pode ser licensa poética. Vale dizer que Nelson Mandela aqui é mostrado não como um superser, mas sim como um homem brilhante e cedendo à fraquezas. É tocada a infidelidade de Mandela em relação à sua esposa sem que isso atrapalhe o foco. Morgan Freeman como eu disse, resolve trabalhar e pegou os trejeitos e modo de se expressar pausado do presidente.Há  momentos em que fica idêntico.  Matt Damon TAMBÉM interpretou (será que Eastwood agora anda de chicote?) e está situado quase sempre em planos distantes, servindo ao todo do filme perfeitamente.  Senti falta de mais dados históricos e datas exatas dos ocorridos. Nada que prejudique a imersão. É um formidável acerto deste diretor velhinho que consegue passar a mensagem, enfoca este lado histórico de uma personalidade admirável e emociona. Boa pedida pro telão de cinema!

8,9 atmospheras!

MÚSICA - Renovando o acervo





A princípio, pode ter parecido mais um caça-níqueis em cima dos Fab Four, mas a reedição dos álbuns remasterizados do Quarteto de Liverpool era algo há muito aguardado por fãs e melômanos. Lançados em maravilhosas caixas, uma com a versão estéreo e outra com a versão mono, os discos merecem ocupar na estante o lugar antes tomado pelas edições apenas digitalizadas.
A quem não pode ou não quer desembolsar quase dois mil reais nas duas caixas (vale lembrar que as versões mono eram aquelas que os próprios Beatles ouviam em estúdio, antes da masterização e mixagem final, sendo um tanto diferentes das conhecidas e consagradas versões estéreo; e a caixa mono traz apenas os álbuns que a própria banda lançou assim) recomenda-se apostar na compra a varejo, principalmente, dos discos a partir de "Revolver" (1966). É que neste se dá o início da grande experimentação de McCartney, Lennon, Harrison e Starr em estúdio, com o auxílio luxuosíssimo de George Martin, o quinto beatle.
A utilização de quatro canais, recém-criados (antes usavam-se dois), e o surgimento da técnica ADT permitiram uma maior riqueza de texturas e detalhes sonoros. Isso quer dizer que, comparados aos anteriores, o supracitado "Revolver", "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", "Magical Mystery Tour", "The Beatles (White Album)", "Abbey Road" e "Let it Be" ganham disparado no quesito qualidade de som, nessas edições remasterizadas. Agora, podemos ouvir vocais, timbres, percussões que ficavam escondidos nos CDs antigos. E o maravilhoso baixo do Paul, cheio de linhas ganchudas, está bastante evidente, o que extasia qualquer amante das quatro cordas.
Pode-se incluir no bolo, ainda, o "Yellow Submarine", porém, no conjunto, tem menos importância.
Mas, se você só puder mesmo investir em um desses, fique com o "Abbey Road". Além de ser um disco excelente, mágico, é talvez aquele em que a remasterização seja mais perceptível a "ouvidos nus". Em segundo, eu indicaria o "Magical Mystery Tour" (ouço coisas inéditas em "Penny Lane"); em terceiro, o "Álbum Branco". Curiosamente, o "Sgt. Pepper", tão revolucionário pelas experimentações sonoras na época de seu lançamento, não apresenta tantas revelações assim, nesse novo formato.
E por falar em formato... Os CDs avulsos, em digipack, recheados com fotos e textos espetaculares, além de um minidocumentário sobre o disco, fazem qualquer colecionador e beatlemaníaco raspar a conta bancária.
Portanto, aproveite, pois, parece, essas edições rechonchudas são limitadas.

sábado, 30 de janeiro de 2010

CINEMA - Amor sem Escalas (por Urbano)

Do filho do diretor de Os Caças Fantasmas...

Mais um filme supervalorizado minha gente!! o que não quer dizer que seja ruim. Tem muita coisa boa e uma delas se chama Vera Farmiga. Um ponto contra: tem o George Cloney que todo mundo sabe que ele interpreta tão bem quanto um esparadrapo. O sujeito se limita a recitar os textos e executar cada papel sem a menor variação. Ele é elogiado por críticos eu não sei porque. Talvez tais críticos devam rever sua orientação sexual... não sei. O lado rosa da força (ei, eu inventei essa expressão!) é poderoso em certas pessoas. Ahn.. nada contra gente... divirtam-se aí...

 Bom, o George CLONE é  Ryan Bigham (embora você já esqueceu esse nome que acabou de ler). Ele é especializado em demitir pessoas no lugar dos chefes de empresas que não tem culhões pra tanto. E gasta lá sua paixão de viajar o tempo todo pra dar más notícias em lugares diferentes e aproveitar pra curtir sem se apegar a ninguém. Então chega um protótipo de ninfeta bestinha, a Natalia Keener (Anna Kendrick que realmente interpreta) querendo demitir os outros por videoconferência. Cascudo que é, o Clone considera esse método desumano demais e vai explicar pra menininha que não é bem assim. Paralelo a isso, aparece a bem resolvida Alex Goran (Vera Farmiga) que segue os princípios do Clone no quesito aproveitar a vida e demonstra interesse por ele. Até esse ponto do filme, eu estava achando ok. Um discurso realmente interessante sobre emprego é de louvor porque o cinema não retrata isso. Meu problema é que o modo como foi mostrado estava plano e chato. Confesso que estava lá eu tentando prestar mais atenção e perdendo uma briga contra o sono... até que de repente o mundo ficou melhor: me vem o rabão da Vera Farmiga numa cena sem o menor aviso. Nuazinha, deliciosa preenchendo a tela enquanto caminha. Foi embora meu sono. Flutuando e revendo o sentido da minha existência depois daquele momento, consegui me conectar ao filme. Parabéns ao diretor Jason Reitman pela cena no momento certo. Bela sacudida. A dona Formiga por sua vez, mexeu com o Clone a ponto dele quebrar seu sistema de defesa (mulher gostosa e especial faz isso com a gente e depois não tem volta). É aí que o filme estabelece sua segunda linha que é a dos sentimentos. Um ensaio do quanto ficamos frágeis em toda nossa segurança preparada. São dois paralelos que acabam não funcionando tão bem em sua conexão, mas que merecem ser conferidos especialmente pela originalidade bem presente. Talvez não pro telão de cinema. Mas vale um DVD.

6,0 atmospheras.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

CINEMA - Sherlock Holmes (por Marcio Quintella)



Um Guy Ritchie Bem Elementar...

Talvez o detetive que tenha o maior números de versões para cinema e TV a seu dispor (o segundo, com certeza, é James Bond), Sherlock Holmes ganha vida, desse vez, através da lente de Guy Ritchie. O diretor dos ótimos Snatch – Porcos e Diamantes e Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (desculpem, eu não assisti RocknRolla...) conseguiu fazer de Holmes um detetive macho, brigão, inseguro, abilolado e outras características que muitos ainda não tinham emprestado ao papel, apesar do personagem já ter sido colocado até como viciado em heroína (Visões de Sherlock Holmes - 1976).
Na verdade, Sherlock é um misto de seus outros filmes, com cenas ágeis, enérgicas, personagens debochados (ainda que bem calcados nos originais das histórias de Conan Doyle), ações em câmera lenta (isso já está ficando meio maçante !) e situações tragicômicas. Apesar disso, o filme é bom, pelo que se presta a mostrar. Ritchie conservou o clima dos filmes de detetives, as elocubrações “viajantes” de Holmes, suas deduções inesperadas e coadjuvantes importantes, como o inspetor Lestrade e um grande arqui-inimigo que não vou dizer o nome, assistam pra ver !
O elenco está OK ! Ritchie espremeu todo o suco de Robert Downey Jr. para que o ator falasse um inglês britânico de cursinho pré-vestibular. Pra quem já viu vários atores na pele do investigador, entre eles o célebre Basil Rathbone, mais um não vai mudar nada. O Inspetor Lestrade de Eddie Marsan não fedeu nem cheirou, assim como a Irene de Rachel McAdams. Bem, o Watson de Jude Law...o ator empreendeu um toque de coragem ao personagem, que eu nunca tinha visto desde a época de Nigel Bruce. Botar o médico pra tocar o terror foi uma ousadia sem extremos do diretor.
Mais uma coisa que o filme TENTA transparecer é a idéia de que os dois amigos seriam gays. Fala sério, sem preconceito, mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não vi nada de mais, a não ser um pouco de insegurança de Holmes em relação ao casamento do amigo. Espero que não me queimem em praça pública...No geral, vale um confere num sábado à tarde.
Ah ! Pra quem acha que ia ficar por aqui, está a caminho uma provável continuação. Espero que, dessa vez, com o inimigo que sempre esteve à altura de Holmes...


Nota: 7,5 atmospheras!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

SÉRIE - Smallville /promo de Sociedade da Justiça

Taí a série que descambou pro caminho de ficar mais juvenil com o passar do tempo... lamentavelmente. Mas agora, Smallville chama a atenção por colocar a Sociedade da Justiça. Não dá pra ignorar.

TECNOLOGIA - iPad

Preciso tanto de um aumento de salário...
Steve Jobs (na disputa pra ser o Anticristo) revoluciona mais uma vez oferecendo um objeto de desejo quase tão forte quanto a Megan Fox. Do youtube está aí o lançamento do iPad. Pode?


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

CINEMA - Sherlock Holmes (por Urbano)

Wild Wild Holmes
Com o que vou dizer a seguir, me exponho a levar pedras na rua. Sherlock Holmes é um bom filme. Fato. Está fazendo sucesso. Fato. Então por que diabos o James West não fez sucesso e é odiado aos quatro ventos?
As Loucas Aventuras de James West (bosta de tradução para Wil Wild West), tinha a mesma estrutura, um roteiro mais interessante, diversão e efeitos especiais mais engenhosos, mais humor e carisma. A comparação é porque Sherlock  bebeu litros de Wild West: dupla de amigos, mulher "atrapalhando" amizade, tecnologia no extremo pra época, um vilão de segunda difícil pacas de matar (que lembra trambém aquele sujeito com dentes de aço do 007), personagem mestre em disfarces, dentre outros pontos.
Ah, mas a direção agora é do Guy Ricthie! e daí? parece apenas no início e nem faz tanta diferença. Não é que não tenha gostado do Sherlock. Gostei, é uma boa sessão da tarde. Mas mesmo James West ter cometido o terrível pecado de trocar a cor do proptagonista e descontando que foi um filme feito em 1998... achei melhor. Aqui as tais mudanças no Sherlock praticamente não ocorrem (ainda bem). Watson que levou um upgrade respeitoso na interpretação do Jude Law e Robert Downner Jr é ele mesmo com algum sotaque inglês. Gostei do mal do Mark Strong (igualzinho ao Andy Garcia), estereotipado, mas convincente. De resto é aquilo de sempre. Faltou ousadia.

4,6 atmospheras


http://sherlock-holmes-movie.warnerbros.com/ 

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Quadrinhos - Os Passarinhos


O Atmosphera esteve em lançamento no Rio!

Não nos intimidamos com os míseros bilhões de toneladas de chuva e trovões destruídores seguidos de gargalhadas malignas do céu.

Foi na Blooks Livraria em Botafogo. O próximo será em Sampa na Quanta Academia de Artes em 20 de fevereiro. Compareça; prestigie a qualidade do quadrinho nacional!
 

Clique na pág do Estevão Ribeirohttp://ospassarinhos.wordpress.com/

domingo, 24 de janeiro de 2010

CINEMA - Sempre ao Seu Lado

Cachoeiras de Lágrimas

Sempre tive problemas com filmes envolvendo animais, principalmente cachorros. Isso porque sempre fui muito apegado aos meus amigos bichos. Mas enfim...

A história de Hachiko já foi levada às telas anteriormente, em 1987, para contar o verídico episódio de fidelidade entre um cão da raça akita e seu dono, um professor universitário da cidade de Shibuya. Durante mais de dez anos Hachiko foi esperar seu amigo na estação de trem, como fazia quando o mestre ainda era vivo. Morreu em 1935 e, em sua memória, foi erguida uma estátua como símbolo da amizade entre os dois.
Em 2009, Lasse Hallström (Minha Vida de Cachorro, Regras da Vida, Chocolat, …) formou uma “joint venture” com as Cataratas do Iguaçú e resolveu transformar o cinema numa verdadeira corredeira de lágrimas ao refilmar a história de Hachiko. Dessa vez ambientado em Rhode Island (EUA), Sempre ao Seu Lado é um filme correto, bem contado, sem ser piegas, que reproduz comoventemente a relação do cão pelo seu dono, agora protagonizado por Richard Gere, que não compromete. O restante do elenco, que conta com Joan Allen, Jason Alexander e o “japa de sempre” Cary-Hiroyuki Tagawa, dá conta do recado e cumpre suas funções de dar suporte ao herói canino, cujas cenas são realmente de cortar o coração.
Contudo, o filme não teria o peso emocional que possui se não fosse por um diferencial: a simples mas demolidora trilha sonora, conduzida pelo compositor polonês Jan A.P. Kaczmarek, que já havia ganho um Oscar pela trilha sonora do excelente Além da Terra do Nunca. Com isso, o filme se torna um grande ícone do “cinema chororô”.
Nota: 7,5 atmospheras !


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Trailer - Chico Xavier

Vou ser bem honesto... não acredito numa vírgula do espiritismo.E lembro daquele personagem médium (bold, semi-bold, oblique...)do Jô Soares que tinha uma antena na cabeça pra captar os espíritos. Era muito engraçado. Seja como for, é inegável a popularidade do Chico Xavier e, sim, merece um filme. Vou assistir (espero que com boa transmissão).

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CINEMA - Onde Vivem os Monstros

Visual bacaníssimo
Mas não mais que isso. O desobediente menino Max tem uma imaginação fértil e após uma briga com a mãe, viaja até uma floresta onde monstros gigantes são a população. Lá ele se faz de rei e os monstros acabam aceitando até que os conflitos surgem.

Spike Jonze que dirigiu Quero ser John Malkovich faz um trabalho legal adaptando o livro ilustrado de Maurice Sendak, e escolheu bem demais o ator de nome Max Records. Mesmo assim a história  anda pouco. É quase um filme de uma nota só, talvez escorado demais na arte. Consegue sim alguma emoção no desfecho, mas até chegar aquele ponto é um filme adulto "marrom" demais pra uma criança e um filme infantil "plano" demais pra um adulto. Ao tentar passar a idéia de um menino imaginativo, acabou se fazendo um contra trabalho, pois a imaginação dele me pareceu ancorada. Gostei bem mais da historinha de vampiro que é contada pra mãe no início. Ficou a promessa de mais inventividade.

4 atmospheras


http://wherethewildthingsare.warnerbros.com/#/Splash

Trailer/Game - Aliens Vs Predador

Piada dos tomates: "Olha lá um predador! splosh! Uma alien? crap! hein? pluft!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

ATMOSPHERA Recomenda - Caminhos Violentos

Decepcionado com o cinema atual? eu também. Mas que bom que a tecnologia é barata pra assistirmos coisa boa de forma quase atemporal.

Caminhos Violentos
(At Close Range) é de 1986 e dirigido por James Foley. Tem Sean Penn, Cristopher Walken, Jack Bauer Kid(famoso por interpretar Kiefer Sutherland) o pai do Macfly: Crispin Glover e a linda e suave Mary Stuart Materson.
Sean Penn é Brad Whitewood Jr, um jovem pobre que conhece seu pai (Walken) na adolescência e, sem muita perspectiva, acaba encantado pelo carisma dele que apresenta uma vida melhor como parte de uma quadrilha de ladrões. Brad Jr. embarca, até porque seu pai não é o estereotipo do mal. É um cara calmo e gente boa com filosofia própria, mostrando o que faz como rota pra alternativa justificada de ascenção e não como algo incorreto. Um dia o Brad Jr presencia uma quebra extrema das atitudes do pai e o enxerga de uma forma mais completa. As consequências desse despertar são fortes pra um jovem despreparado e o desenrolar é imprevisivelmente triste.

Roteirizado por Nicholas Kazan, At Close Range baseado em fatos, é contado com calma e embalado todo o tempo pelos arranjos da belíssima (e melhor) música da Madonna, Live do Tell, trabalho inspirado de Budd Car. Sean tem uma interpretação louvável, transmitindo logo nos créditos iniciais, a falta de opção do personagem. Cristopher Walken impressiona no papel do pai inescrupuloso e, sem deixar o carisma cair, é verdadeiramente assustador.

Um filme praticamente irretocável que merece ser conferido.

9,0 atmospheras



Trailer - Piranha 3D

A gente sabe que vai ser ruim né? mas se for ruim o suficiente, pode ficar ridículo de divertido.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

CINEMA - Amor Extremo

Bem produzido e...

Dirigido por John Maybury e roteirizado pela Sharman Macdonald (porque você merece sempre mais) mãe da Keira Knightley e possivelmente, a única coisa que ela fez de bonita. Tem a Sienna Miller, o Matthew Rhys e o Cillian Murphy que é mais fácil de lembrar porque ele tentou estragar Batman sendo o Espantalho.

É assim: o poeta Dylan Thomas é um cara marrento que escreve poesias e umas propagandas pro governo inglês na época da 2º Guerra. O figura apresenta a mulher (Sienna) pra amante (Keira) e... elas se entendem bem! (que inveja). Daí aparece o Espantalho, um militar que vai traçar a Keira... Aí o peitinho dela aparece e é legal... aí depois tem umas briguinhas e fica chato... e chato e chatooo.. e uaaahhhh... hnnhhhhh... zzzzzzz..... zzzzzzzz..... rooonc... roonc...

1,5 atmosphera

Trailer - War of Cybertron

Meu desprezo pelos filmes dos Transformers (considero ambos igualmente ruins), foi pela abordagem tão boba do que deveria ser uma ficção científica ou mesmo um filme de aventura decente. Vai que nos games é diferente; fique com o trailer: