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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

CRÍTICA - Robocop 2014 (por Urbano)

Uma ficção científica assustadoramente possível.

Estabelecendo alguns pontos antes de começar essa crítica: sou fã do Robocop clássico de modo a saber as falas de cor.  Sou fã do José Padilha pelos Tropa de Elite e Ônibus 174. Achei ele ideal pra um remake de Robocop e sim: sou a favor de remakes. Não, eles não estragam os filmes originais. O original continua lá. O problema é que raramente um remake é feito com fôlego próprio e qualidade equivalente.

Robocop de 1987 foi muito provavelmente inspirado nos japoneses O Oitavo Homem (1963) e Cyborg 009. Muitas semelhanças de décadas antes de Paul Verhoeven. Sem falar de Astro Boy (1952). Portanto antes de dizer que o Robocop atual copia Jiraya, pense de novo.

Contra a nova versão,  há muita má vontade dos fãs do original que condenam o novo antes mesmo de assistir. E quando assistem, qualquer coisa se interpreta pra combinar com a condenação prévia a que já se tinha feito. É uma pena essa atitude não apenas sobre crítica a um filme, mas por qualquer senso que se tenha na vida.

Há de se entender - diferente de concordar - o porque dessa má vontade. O primeiro Robocop foi tão impressionante e o segundo foi por um caminho tão bom que parecia que a franquia estava estabelecida. Mas o que tivemos no terceiro, nas séries de tv e desenhos animados: tentativas de infantilizar. Ficou então o desejo de uma retratação que nunca aconteceu. Ano após ano os fãs alimentaram um novo capítulo pra Alex Murphy dentro da história e personagens originais  como foram apresentados. Mas nada foi feito.

Acontece que passou tempo demais praquele mundo ser revisitado e continuar crível tal como foi idealizado em 1987. Próteses com a tecnologia atual igualam a movimentos rápidos em atletas paralímpicos. Um Robocop lento em nossa atualidade não venderia eficiência. Se você o enfrentasse, não iria mirar no peitoral a prova de balas enquanto poderia facilmente acertar no queixo desprotegido de algo que vai na sua direção há um quinto da sua velocidade. Não, não estou apontando defeito num filme que adoro. Estou dizendo que aceitamos o que nos foi apresentado pois estávamos impressionados com tantas qualidades em uma outra era.

Anos 1970. Na série O Homem de Seis Milhões de Dólares, o recurso pra mostrar Lee Majors correndo em alta velocidade com seus membros biônicos era justamente o de colocar a imagem em câmera lenta. Nós é que abstraímos e, por querer dar suporte a idéia, compramos a noção de que ele se movia mais rápido que um ser humano comum. Isso seria ridículo já nos anos 1980. Mas quem curtia a série estava satisfeito.

Acho que provei meu ponto.

E o novo, como ficou?
Aceitando que meu Robocop predileto não funcionaria num futuro ainda mais acelerado que nosso tempo presente e de que Peter Weller é um senhor de idade. Fui ao cinema assistir ao Robocop de José Padilha vestido por Joel Kinnaman, aceitando sim as atualizações. Curti desde o início os trailers, a nova armadura, a agilidade e o conceito: nesse futuro o domínio da robótica já é pleno. A OCP na figura de Raymond Sellar  (Michael Keaton, excelente), já trabalha em conjunto com exército vendendo robôs que controlam a pacificação urbana em diversos países. E Sellar quer expandir seu mercado colocando robôs dentro dos EUA. Mas a população não aceita.  Daí a necessidade de um elemento que a sociedade adote e celebre como herói. Sellar entra em acordo com o gênio da robótica e próteses Dennet Norton (Gary Oldman) pra encontrar um candidato que esteja numa situação física tão limite que aceitaria a proposta mais radical.

E quando falo de radical, nem imaginei que fosse tanto. Ponto pro filme ousado em certos momentos que achei muito fortes pra uma censura PG-13 e devo ter pesadelos. Isto foi um elogio. Aliás, Padilha conseguiu driblar os limites da tal censura com maestria tal como ele comanda sem erro as coerências desse futuro que parece a meia vírgula de acontecer.  Se trata acima de tudo, uma ficção científica assustadoramente possível. As cenas que abrem o filme são tão impactantes e verossímeis que a frase ingresso já pago, se justifica. Dá vontade de ver mais da ação desse futuro em outros países, outras histórias acontecendo. E essa abertura é pontuada com informações totalmente parciais do apresentador Pat Novak (Samuel L. Jackson) de direita que apóia totalmente a idéia de Sellar. O grande capricho está em cada frase ou diálogo dos personagens que não estão ali sendo carregados pelas circunstâncias, mas tentando moldar cada ato a seu favor e todos, muito inteligentes em seus pontos de vista. Confia-se no intelecto do público.

Seguem-se as justificaticas irretocáveis da criação do Robocop em seu contexto e frames da base científica. Quando as armaduras são apresentadas, novo alívio: em nenhum momento parece um homem vestido com uma fantasia e sim uma máquina carregando o que sobrou de um ser humano. Blindado, nada frágil e tome-lhe ajustes e alterações e levantes sobre livre arbítrio já que Alex Murphy tem implantes que pensam por ele na hora da ação. O conflito se dá justamente pela extrema eficiência do produto. Até esse momento, se trata de um filmaço!

O problema é o depois.
Ficamos esperando mérito de Alex Murphy e essa oportunidade não aparece, ele está dependente um tanto demais. Em dado momento um ato de coragem se transforma numa surra homérica onde é salvo por um clichê. A frieza das máquinas parece também ter afetado esse mundo pois apesar do elenco principal ser ótimo, os coadjuvantes vilões (exceto Keaton) são de isopor. Não há catarse quando criminosos são derrubados. Outro incômodo é próprio Joel Kinnaman. Tem bons momentos pontuais, mas poderíamos sentir mais de alguma introspecção. O que ocorre a ele não foi nada fácil o que Padilha faz questão de lembrar de modo chocante, ousado e que nem precisava repetir. O recado ja estava dado. Assim como as repetições de Samuel L. Jackson poderiam ser reduzidas em prol de algo criativo pois lá pra terceira vez cansa e ficamos torcendo pra algo novo acontecer e não uma estrada reta que conduz até o final.

Esse é o problema do novo Robocop; faltou tempero. Algo inusitado, um passo além, alguma surpresa mesmo dentro do excelente novo conceito culminando num final com um ápice mais emocionante. Seja como for, o que foi estabelecido merece que tenha as consequências exploradas e uma chance de Alex Murphy fazer a diferença por mérito próprio.

6,7 Atmospheras.






sexta-feira, 6 de setembro de 2013

TRAILER do novo ROBOCOP

O remake do Robocop é o filme que eu quero acreditar!
Tem o diretor certo e uma proposta que afasta (talvez até demais) da proposta original. O trailer é competente mas nada me pareceu um mundo soft e não o peso sujo do original. Veremos o que José Padilha conseguiu fazer em 2014.

sábado, 10 de agosto de 2013

CRÍTICA - PACIFIC RIM/Círculo de Fogo (por Urbano)

Faltou tão pouco pra ser um filmaço!



Tradição nas animações e séries japonesas, homens tripulando robôs gigantes contra monstros colossais é uma coisa que muitos de nós desejaríamos ver numa megaprodução com... japoneses. Mas um mexicano em Hollwood atirou primeiro.

Guilhermo Del Toro é o cineasta que particularmente eu adoraria ser muito fã. O que rola é que as obras dele não vão muito além do visual. Labirinto do Fauno é um bom exemplo. Mesmo assim há uma força genuína em contar uma história com um visual magnífico e não ter um visual magnífico pra encerrar em si com vazio. É a diferença entre Del Toro e Michael Bay. Bay parece escrever cenas de ação e costurá-las com qualquer desculpa. Del Toro tem uma história onde a ação acontece por conta dela. Comparar Transformers e Pacific Rim além de inevitável, faz todo sentido.

Junta os 3 Transformers e não dá meio Rim.
Sou contra a noção da obrigação de que uma premissa espetaculosa tenha de entregar um filme tolo. Por isso acho Transformers o maior desperdício de uma excelente idéia que o cinema já usou. Mas vejam vocês, Pacifi Rim não é de modo algum um filme sério. É interessante que tanto Pacifi Rim quanto Transformers são recheados de personagens bobos e situações inverossímeis. A diferença é o talento atrás da orquestra de tudo isso.

sábado, 22 de junho de 2013

CINEMA – Star Trek: Além da Escuridão

O Espaço NUNCA Será a Fronteira Final!

     Coitada da Enterprise, como sofre essa nave interplanetária. Cai, explode, bate, quebra, afunda... Em quaisquer das fases de Jornada nas Estrelas, seja na televisão ou no cinema, ela toma uma rasteira dos produtores e diretores, que insistem em levá-la ao limite da capacidade mecânica/gravitacional/térmica. Nessa nova aventura, Star Trek – Além da Escuridão, isso não é tão diferente das suas antecessoras, pois, novamente, a Enterprise é posta à prova.
     O filme é dirigido por J.J. Abrams e produzido pelo mesmo, além de outros. Entre eles, Damon Lindelof, responsável, juntamente com Abrams, pela notória série LOST. Dessa vez, a história conta o surgimento de um dos maiores vilões da saga interplanetária: o impiedoso Khan, que tornaria a aparecer num episódio da série de TV, Space Seed, e num dos filmes da franquia do cinema e, talvez, o mais bem sucedido deles, A Ira De Khan. Em Além da Escuridão, Khan pretende desestabilizar a Frota Estelar com um ardiloso plano de eliminação dos principais elementos da congregação espacial.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

TRAILER - Riddick

Gosto muito dos dois filmes de Riddick. O que rola é que o segundo deu um passo tão grande que prometeu-se um rumo épico pro terceiro. Parece que não se conseguiu grandes retornos e, ao invés de avançarem com a história, vão retroceder e fazer uma continuação com cara de remake do primeirão.

Lamento muito isso. A não ser que o diretor e escritor David Twohy tenha tido uma idéia incrível que embasbaque a platéia e a faça sair do cinema em êxtase pra convencer os amigos a conferirem, penso que esse novo Riddick vai ser um fracasso e enterrar a franquia de vez.

E vamos combinar né? - reitero que gosto de Riddick - mas grande "vantagem" enxergar no escuro. Os caras atravessam sistemas solares, não tem uma tecnologia boba, um óculos ou uma coisinha mais simples pra qualquer um enxergar no escuro?

sexta-feira, 10 de maio de 2013

CRÍTICA - Homem de Ferro 3 (por Urbano)


Não respeito os seguintes "argumentos":

1. "Ah, é um filme de quadrinhos! O que você esperava?"
2. "Eu fui pra me divertir, não criticar."

3. "As pessoas gostam de reclamar."

Minhas respostas:


1. É um gênero criativo e inteligente. Era isso que eu esperava.

2. Vou pra me divertir, mas se decepciona, não me divirto por obrigação.
3. Sério que considera isso um argumento? Lembre-se então de que quando você ficar insatisfeito com algo, é porque você gosta de reclamar, não porque o algo foi decepcionante.

Comentários abaixo COM spoilers

Homem de Ferro 3 acabou pontuando um lado tão infantil de fãs um tanto mais agressivos. E incluo pessoas com mais de 40 anos, até. É um filme, um entretenimento. Mas pra alguns, adquire status de importância burlesca. Dito isto, eu pago ingresso pra me divertir. Caso não me divirta, reclamo sim e não estou errado em dizer isso. É curioso como invertem as coisas. Se a pessoa sai da sala insatisfeita, é porque ela não decidiu que o filme seria maravilhoso antes de entrar. Ela não se divertiu a altura do que gostaria.

Ótimos efeitos especiais e um clima de anos 1980 (que eu gosto) e o que mais?
Acontece que a MARVEL mentiu e isso deveria ser ponto pacífico. Prometeu sim um filme onde teríamos o Mandarim aterrorizante interpretado por Ben Kingsley que se revelou uma piada dentro da história. Não valem argumentos de que o Mandarim nos quadrinhos é espalhafatoso com o poder dos anéis e tal. Excluo aqui as comparações com quadrinhos e me atenho ao que foi prometido durante todo esse tempo pro cinema. Particularmente nem me incomodou tanto; foi uma charada que matei nos primeiros minutos do filme e confiei que fossem fazer algo mais interessante. Mas daí, tirar a razão de quem ficou fulo com essa mudança? de forma alguma, os fãs estão certos. Pagaram ingresso pra assistir uma coisa e viram outra.

terça-feira, 7 de maio de 2013

FALECIMENTO - Ray Harryhausen

Mestres dos mestres... realmente!

Qualquer um que especialmente nasceu antes dos efeitos digitais ou mesmo nasceu depois e quis olhar um pouco mais a base de encanto dos efeitos visuais, se admirou com as criações de Harryhausen.

Meu encanto com seu trabalho foi justamente com seu último: Fúria de Titãs de 1981. Lembro que vi em Supercine quando a tv de casa ainda era em preto e branco. Medo de olhar pra medusa e virar pedra. Na ponta da poltrona na luta entre os monstros em Simbad e o Olho do Tigre.

 Harryhausen faleceu em Londres aos 92 anos.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

TRAILER - O Espetacular Homem Aranha

Como diria o Mulder: "Eu quero acreditar..."

Na mosca! (ou aranha!)

É o que precisava mesmo esse reinício da franquia depois do festival de estragos que Sam Raimi fez no terceiro filme.

E de bônus ainda temos uma Gwen Stacy bem mais gostosa que a Mary Jane da Kirsten Dunst (atriz que teve o prazo de validade mais rapidamente acabado da história do cinema).

sábado, 22 de outubro de 2011

CINEMA - Gigantes de Aço (por Marcio Quintella)

Rockyyy Robôôôa !


     Nos créditos de Gigantes de Aço aparecem os nomes de Steven Spielberg e Robert Zemeckis como produtores executivos, entre outros. Mas eu acho que o nome de Sylvester Stallone também deveria ser incluído nessa lista, pois o filme é, praticamente, uma colagem de muitos de seus trabalhos no cinema.


     Baseado no livro Steel, de Richard Matheson, Gigantes de Aço narra a história de Charlie Kenton, que ganha a vida tentando emplacar robôs treinados para lutarem em ringues outrora freqüentados por seres humanos, e sua relação com o filho que acaba de conhecer. Os dois descobrem um robô num ferro-velho e tentam fazer dele um campeão em potencial, seguindo a velha máxima da “superação nos momentos mais difíceis”. Apesar de ser ambientado no ano de 2020, o filme pouco mostra o que seria um suposto futuro daqui a nove anos. Tudo bem que não está tão longe assim, mas isso deveria ter sido mais bem explorado, talvez com tecnologias ainda incipientes, ou artifícios que possam beneficiar a humanidade. Enfim, Shawn Levy perdeu uma boa chance de profetizar algumas tendências. Diretor de pérolas como  Pantera Cor de Rosa e Doze é Demais, Levy pode ser perdoado pelo seu trabalho em Uma Noite Fora de Série e Uma Noite no Museu. Apesar do que, em Gigantes de Aço ele também não deixa o filme desandar, apoiado no roteiro meio óbvio de John Gatins.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Crítica - Contra o Tempo (por Urbano)

Ficção científica com inteligência ainda vive!


Não acompanho televisão há mais de 15 anos. Zapeando canais, raramente parava mais que meia hora. Agora só alguns segundos se algo me chama a atenção  - ok, no caso das Panicats, alguns minutos.
Essa semana resolvi fazer uma experiência psicológica já que soube de uma novela da Globo que estaria abordando ficção científica, meu gênero predileto. Vi um robô com voz de Bob Esponja  - espero que o dublador esteja sendo bem pago, coitado - protagonizando cenas com um comportamento tão infantilóide e bizarro, que acredito que o termo RETARDADO em seu sentido mais pejorativo, tenha sido redefinido. 40 segundos foram o suficiente pra que eu experimentasse um nível de constrangimento tão destruídor que não sei quando vou conseguir me recuperar.  Sempre que lembro, me sinto mal.

A ficção científica que é em minha opinião, o gênero mais inteligente e imaginativo de todos, me pareceu um tanto... vítima de um estupro do mais doentio.

domingo, 2 de outubro de 2011

Walking DEAD! Trailer da segunda temporada!



Aproveita a promoção: só essa temporada tem a mão de Frank Darabont!


Não sabemos como ficará a qualidade da série sem Darabont que pulou fora do fim do mundo. A primeira temporada arrebentou nos primeiros episódios e patinou no final recorrendo a fórmulas de grandes explosões em complexos científicos.

Mesmo assim, aposto minhas fichas na segunda temporada dessa adaptação (um tanto distanciada, mas que não me incomoda) dos quadrinhos de Robert Kirkman.


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

The Thing! O Enigma do Outro Mundo em quadrinhos on-line!



Vikings enfrentam o alienígena

Numa ótima jogada da Dark Horse pra promover o prequel de The Thing (estréia no Brasil em 05 de outubro), a história escrita por Steve Nilles e desenhada por Patrick Reynolds, mostra o encontro da criatura com os nórdicos há coisa de 1000 anos. E não menos importante; podemos ler de graça!  Aquele esquema de se cadastrar no site de Dark Horse e folhear a HQ no navegador.

Tudo bem que Steve Nilles é um tanto superestimado. Tem uma narrativa jogada, solta demais na minha opinião. O que não impediu que sua HQ 30 Dias de Noite virasse um bom filme. De graca a gente dá uma chance né? afinal é THE THING!

https://digital.darkhorse.com/

Veja também:

Humor e ficção científica: http://atmosphera2hq.blogspot.com/

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Falecimento - Sérgio Bonelli

Morre aos 78 anos, o maior nome dos quadrinhos italianos

Gracas a um colega jornalista, tenho uma edição do Tex autografada por Bonelli.  Tive a honra também de trabalhar com uma minissérie do  Nathan Never, personagem que curto fácil; gênero ficção científica.

A morte de Bonelli na manhã de hoje anunciada no site da editora foi uma surpresa. Seu nome é tão forte que há uma natural confusão com os títulos que ele editou e suas criações. como Zagor e Mister No. Os quadrinhos da Bonelli Editora não gozam do maisntream é claro da Marvel e DC que tem empresas com suporte de investimentos em milhões com superproduções pra cinema e tv, mas sem dúvida sem o charme dos viciantes quadrinhos italianos que mesmo sem esse background, são publicados há gerações.
http://www.sergiobonellieditore.it/

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Tropa de Elite 2 para o Oscar 2012

Tropa de Elite 2 na disputa!


Anos atrás o Ministério da Cultura fez a tremenda bobagem de indicar o filme O Ano em que Meus pais Saíram de Férias ao invés de Tropa de Elite como concorrente ao Oscar. Poderia ter sido uma decisão correta? poderia sim, não se deve estabelecer as coisas pela popularidade, até aí eu concordo. Mas não foi não. Olha, assisti O Ano... e de todo coração, até tentei enxergar algumas qualidades mas o que vi foi um filme monotom, estacionando em si mesmo com bem pouco a dizer e acima de tudo: chato.   
Ninguém me convence de que não foi um tremendo erro...  AGORA SIM!! as Chances de Tropa 2 até pelo momento da indicação não são lá muito grandes. O filme todo mundo sabe , é excepcional conseguindo a incrível façanha de superar o primeiro. Se não pudermos esperar muito a vitória na forma de estatueta, a qualidade do moderno cinema nacional suplanta coisas agarradas da  mentalidade antiga.  Vamos esperar também como será a versão de Robocop nas mãos de José Padilha. Dá o que pensar...

Veja também: Crítica de Tropa de Elite 2 (por Urbano)
Crítica de Tropa de Elite 2 (por Marcio Quintella)
Webcomic Atmosphera2

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O Enigma de Outro Mundo (trailer pra macho!)


Ops...  será que estão acertando?


Mas sem dúvida melhora MUITO as expectativas pro prequel de um dos meus filmes prediletos esse novo trailer tido como que pra maiores.  Se de repente a jogada é mostrar pouco pra não estragar tanto o apelo visual, estão no caminho certo. Filme inteligente de monstro é uma coisa tão rara e The Thing em suas duas versões anteriores conseguia isso. Será que o raio vai cair 3 vezes no mesmo lugar?




Veja também: Crítica de Deixe-me Entrar
DIVIRTA-SE com a WEBCOMIC: Atmosphera2HQ

domingo, 18 de setembro de 2011

CRÍTICA - Planeta dos Macacos - A Origem (por Urbano)

O macaco tá certo!


Novamente a tradução de um título que diz: "olha, o público é muito burro, então temos de explicar a eles!"  Já tivemos por exemplo Inception que foi traduzido como A Origem não tendo absolutamente nada a haver. Mas dessa vez eu não quero a morte de quem fez a tradução. Gostei da tradução? claro que não. Mas vou contar três conversas do tipo melhor ouvir do que ser surdo. 1: Quando estava na fila do cinema ouvi dois sujeitos conversando: "pô, por que os caras não fizeram esse filme antes dos outros? fica essa palhaçada de lançar o filme 2 antes do 1!"  Ou seja, ele não tinha a menor noção de que esse filme não teve a haver com o do Tim Burton. Ok, não é obrigado a saber, certo?


2: Essa eu ouvi num café da manhã na época em que foi lançado Hulk de Ang Lee (só pra constar: detesto esse filme). Uma mulher explicava Hulk pra umas 5 pessoas atentas: "É continuação da série de tv! O David Banner ficou velho e não se transforma mais no Hulk, pode ver que é o mesmo ator! Aí, agora é o filho dele que vira monstro e ele quer virar monstro de novo!"

3: É  uma explicação empolgada sobre Matrix que ouvi na épóca: "Matrix é muito foda! os caras viajam no tempo pra lá e pra cá!"

domingo, 11 de setembro de 2011

Crítica : TRANSFORMES 3 e a nova sala IMAX no Rio (por Urbano)

A experiência de se assistir Transformers 3 no IMAX em 3D.

Não consigo pensar num blockbuster mais ideal pra se assistir em IMAX e foi assim que conheci a primeira sala do tipo no Rio de Janeiro. Antes que me estranhe, afirmo que é ideal por se tratar de espetaculares efeitos visuais. Qualquer pessoa honesta e provida de alguma maturidade sabe que Transformers desde o início cultiva apenas a tecnologia como algo de bom.

Primeiro vamos falar da sala.
Não chega a ser uma senhora decepção, mas sem dúvida a tela pareceria e deveria ser bem maior do que realmente é. Enquanto você assiste, não percebe tanta diferença, apenas quando o filme termina e as pessoas andam de frente a tela se percebe a noção de escala. São 18x10m. As de Curitiba e São Paulo são 21x14m. Vamos combinar que tudo de mais legal chega antes em São Paulo né? quando é que teremos uma sala IMAX de verdade aqui no Rio? 4 metros a menos faz uma boa diferença... agora vem outra parte ruim, o preço: R$34,00. Isso me faz querer assistir em IMAX apenas algumas coisas bem especiais como o documentário sobre o Hubble, onde astronautas levaram equipamento 3D pra filmar no espaço. Resta saber quando eles vão exibir o filme porque o site do UCI é péssimo de navegar, não tem clareza nas informações e nem diz qual a previsão do filme sobre Hubble. Falando nisso, quando comprei ingresso, a menina da bilheteria me disse "olha, mas não é 3D, vai querer assim mesmo?" e a exibição foi em 3D. Vai ver foi alguma coisa que ela comeu e não fez bem. Também vale comentar sobre a educação. Sentaram no meu lugar marcado e no de várias pessoas, o que quase causou uma briga entre dois casais. Barra da Tijuca hein...

domingo, 4 de setembro de 2011

TRAILER - O Enigma de Outro Mundo (2011)

Se vai ser bom é um enigma...

A verdade é que não sei como ficará o título do novo The Thing no Brasil. A versão de Jonh Carpenter de 1982 é a mais conhecida pela exibição e reprises em nossas tvs. O que pouca gente sabe é que o filmaço de John Carpenter é em si um remake do já excelente filme The Thing From Another World (1951) que alguns chamam o Monstro do Ártico e outros de  A Fera do Ártico. Esse filme é tão inteligente e marcante que influenciou outros como o clássico: O Expresso do Horror, que é quase o mesmo filme, mas se passa num trem. E também algumas coisas no Super 8 pra quem prestar atenção. Esse de 2011 é um prequel da história de 1982.




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O Novo Superman já com uniforme

Bacana Zack Snyder, mas qual é a da textura de chão de ônibus?


Ao menos este Superman parece Superman e não Superboy(olá tudo bem?) do Bryan Singer que em minha opinião até  merecia outra chance pra consertar as bobagens que fez.

Primeiro umas porradas pra ele ficar esperto e ser fisicamente punido pela chateação que foi Superman Returns, que aliás não errou por se ater ao insuperável filme de Richard Donner, errou por fazer malfeito. O cara levanta uma ilha de kryptonita, é facilmente abatido por Luthor quando com superaudição, visão raios-x, visão telescópica e supervelocidade seria IMPOSSÍVEL ele se surpreender com a presença do Luthor ou que fosse uma lagartixa na Fortaleza da Solidão somada a outras incoerências que abusaram da paciência da gente.
Eu lamento que Snyder esteja no comando desse. Teremos câmeras lentas, cenas em ocre estourado e alguma coisa constrangedora.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Série - AWAKE

A mais promissora série dos últimos anos.

Tudo que eu amo em ficção científica é quando o foco não é em efeitos espetaculares, mas um desafio `a imaginar possibilidades de vida. Se os efeitos ajudam a criar um ambiente ou situação imaginativa, melhor. Mas é o que acontece cada vez menos. AWAKE vem no melhor dos sentidos, uma pena que parece que a série só estréia ano que vem.

O detetive Michel Britten ama sua mulher e filho. Mas depois de sobreviver a um acidente,  acorda numa realidade onde a esposa faleceu. Quando dorme, acorda pra uma realidade onde foi o filho que não escapou.  Ele não sabe qual dos mundos é  o correto e pede ajuda em cada um deles. Enfim, confira a melhor prévia que já vi de uma série. Jason Isaacs vive o detetive.