Assim É Se Lhe Parece
O terror, como forma de intimidação. O terror, como forma de sobrepujância. O terror que é mostrado por grupos e facções ao redor do mundo sempre causa desconforto, raiva, medo. Mas não é para fazer uma análise geo-política que estou escrevendo essas linhas iniciais. Isso serve para ilustrar um pouco a história de Argo, dirigido e estrelado por Ben Affleck.
Na década de 80, a revolução no Irã estava “bombando”, e os radicais islâmicos queriam a rendição e retorno imediato do Xá Reza Pahlavi. Pelo fato dele ter o apoio de americanos e ingleses, a embaixada dos EUA foi invadida por rebeldes islâmicos. Seis funcionários conseguem escapar e pedem asilo na embaixada do Canadá, onde permaneceram escondidos, na condição de refugiados e “criminosos contra o Islã”. É aí que o agente da CIA Tony Mendez, com vasta experiência em resgate (no filme, chamado de “exfiltração”), surge com a ideia de produzir um filme, com locações no Irã, e fazer dos refugiados a equipe técnica da produção de Argo, a suposta ficção científica que será filmada no país do Aiatolá.
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Crítica - Reféns
O olhar de penitência acertou mesmo Joel Schumacher
Joel Schumacher tem no portfólio filmes ótimos como O Cliente e Tempo de Matar, mas acabou entrando pra história por cometer um crime contra a humanidade chamado Batman e Robin em 1997. É impressionante que Schumacher esteja vivo e solto já que o mundo não esqueceu o que ele fez.
Apesar de criminoso, seus filmes bons atestam o potencial de uma direção interessante. Foi com esse pensamento imagino - ou alguém foi sádico mesmo - que deram a ele a talentosa Nicole Kidman e o bipolar em atuação Nicolas Cage pra Reféns (Trespass no original que significa Transgressão).
Joel Schumacher tem no portfólio filmes ótimos como O Cliente e Tempo de Matar, mas acabou entrando pra história por cometer um crime contra a humanidade chamado Batman e Robin em 1997. É impressionante que Schumacher esteja vivo e solto já que o mundo não esqueceu o que ele fez.
Apesar de criminoso, seus filmes bons atestam o potencial de uma direção interessante. Foi com esse pensamento imagino - ou alguém foi sádico mesmo - que deram a ele a talentosa Nicole Kidman e o bipolar em atuação Nicolas Cage pra Reféns (Trespass no original que significa Transgressão).
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Trailer- The Grey
Ferrou!
Joe Carnaham parece estar acertando num gênero de pouca relevância ultimamente: homem versus natureza. Lobos caçando sobreviventes de um acidente no Alasca. Algumas cenas me lembraram os ótimos Pânico na Neve e 30 Dias de Noite (apesar desse último ser sobre vampiros).
Espero eu que esse trailer que mexe com nervos seja a representação do filme e não desses que a gente não entende porque o cara que dirigiu o trailer supimpa não foi quem dirigiu o filme. Quero ver esse no cinema. No nível de tensão que está, recomendo lebvar a namorada praquelas bolinadas (se ela não tiver problemas cardíacos).
Joe Carnaham parece estar acertando num gênero de pouca relevância ultimamente: homem versus natureza. Lobos caçando sobreviventes de um acidente no Alasca. Algumas cenas me lembraram os ótimos Pânico na Neve e 30 Dias de Noite (apesar desse último ser sobre vampiros).
Espero eu que esse trailer que mexe com nervos seja a representação do filme e não desses que a gente não entende porque o cara que dirigiu o trailer supimpa não foi quem dirigiu o filme. Quero ver esse no cinema. No nível de tensão que está, recomendo lebvar a namorada praquelas bolinadas (se ela não tiver problemas cardíacos).
terça-feira, 15 de novembro de 2011
CINEMA - A Casa dos Sonhos (por Marcio Quintella)
Insônia...
O diretor Jim Sheridan já nos deu bons filmes: Meu Pé Esquerdo, Em Nome Do Pai e O Lutador (todos estrelados por Daniel Day-Lewis) são alguns deles. Pena que nem todos trabalhem com uma certa regularidade com relação à qualidade de seus trabalhos, e A Casa Dos Sonhos é uma prova disso. Tomando como base alguns velhos clichês de filmes de suspense, Sheridan nos mostra algo que nem assusta, nem provoca outras sensações, apenas nos deixa com a impressão de que algo passou em branco e nem notamos.
Com a velha máxima “família se muda para uma casa onde outrora ocorreu um crime sanguinolento”, A Casa Dos Sonhos conta a história de Will Atenton, que vai experimentar uma nova vida ao lado da família “perfeita”. O local, a princípio uma forma de reconstruir sua vida, passa a ser palco de passagens mais do que esquisitas. Velhos chavões como “há alguém lá fora”, “ouço barulhos no porão” e “porque ninguém me diz o que realmente aconteceu” vão perseguindo o personagem até o desenlace final, onde tudo é explicadinho, mas nem tão convencidinho. O roteiro de David Loucka não ajuda muito, e algumas pontas ficam soltas e confusas. O filme patina feio em alguns momentos e certas cenas são realmente desnecessárias.
O diretor Jim Sheridan já nos deu bons filmes: Meu Pé Esquerdo, Em Nome Do Pai e O Lutador (todos estrelados por Daniel Day-Lewis) são alguns deles. Pena que nem todos trabalhem com uma certa regularidade com relação à qualidade de seus trabalhos, e A Casa Dos Sonhos é uma prova disso. Tomando como base alguns velhos clichês de filmes de suspense, Sheridan nos mostra algo que nem assusta, nem provoca outras sensações, apenas nos deixa com a impressão de que algo passou em branco e nem notamos.
Com a velha máxima “família se muda para uma casa onde outrora ocorreu um crime sanguinolento”, A Casa Dos Sonhos conta a história de Will Atenton, que vai experimentar uma nova vida ao lado da família “perfeita”. O local, a princípio uma forma de reconstruir sua vida, passa a ser palco de passagens mais do que esquisitas. Velhos chavões como “há alguém lá fora”, “ouço barulhos no porão” e “porque ninguém me diz o que realmente aconteceu” vão perseguindo o personagem até o desenlace final, onde tudo é explicadinho, mas nem tão convencidinho. O roteiro de David Loucka não ajuda muito, e algumas pontas ficam soltas e confusas. O filme patina feio em alguns momentos e certas cenas são realmente desnecessárias.
domingo, 4 de setembro de 2011
TRAILER - O Enigma de Outro Mundo (2011)
Se vai ser bom é um enigma...
A verdade é que não sei como ficará o título do novo The Thing no Brasil. A versão de Jonh Carpenter de 1982 é a mais conhecida pela exibição e reprises em nossas tvs. O que pouca gente sabe é que o filmaço de John Carpenter é em si um remake do já excelente filme The Thing From Another World (1951) que alguns chamam o Monstro do Ártico e outros de A Fera do Ártico. Esse filme é tão inteligente e marcante que influenciou outros como o clássico: O Expresso do Horror, que é quase o mesmo filme, mas se passa num trem. E também algumas coisas no Super 8 pra quem prestar atenção. Esse de 2011 é um prequel da história de 1982.
A verdade é que não sei como ficará o título do novo The Thing no Brasil. A versão de Jonh Carpenter de 1982 é a mais conhecida pela exibição e reprises em nossas tvs. O que pouca gente sabe é que o filmaço de John Carpenter é em si um remake do já excelente filme The Thing From Another World (1951) que alguns chamam o Monstro do Ártico e outros de A Fera do Ártico. Esse filme é tão inteligente e marcante que influenciou outros como o clássico: O Expresso do Horror, que é quase o mesmo filme, mas se passa num trem. E também algumas coisas no Super 8 pra quem prestar atenção. Esse de 2011 é um prequel da história de 1982.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
The Girl With The Dragon Tatto
E não se trata de um filme oriental com aquelas manobras voadoras maneiras.
A história da garota estranha que dá vontade de comer ( ahnn... não muita, só se ela vier bem fácil) é uma xerox da boa cinesséria sueca, por sua vez, uma versão da trilogia de livros Millennium de Stieg Larsson. Não li os livros e nem vou fazer isso, nada contra é que só tenho uma vida, então tento ser seletivo. Se você já lembrou que Millennium é o nome da série prima de Arquivo X, pode ser - e isso é especulação minha - que Siteg Larsson tenha se inspirado por essas esquinas. Porque tem todo aquele climão de conspiração embora nada flerte com aliens ou sobrenatural.
Na verdade, guarda mais similaridades com uma série que poucos vão lembrar: Pretender. Nem tanto na protagonista em si, mas em toda pegada de parentesco que Pretender trazia a superfície... de forma até exagerada. Pra tamanho sucesso nada me tira da cabeça que se deveu ao chamariz da passagem do estupro. Não que a história seja ruim e se apoie nisso, é interessante... mas com ou sem sexo, parece que estou vendo a sombra de Mulder, Scully e Pretender passando ao fundo.
Olha o trailer da leitura de David Fincher:
E Agora dá um look no original:
A história da garota estranha que dá vontade de comer ( ahnn... não muita, só se ela vier bem fácil) é uma xerox da boa cinesséria sueca, por sua vez, uma versão da trilogia de livros Millennium de Stieg Larsson. Não li os livros e nem vou fazer isso, nada contra é que só tenho uma vida, então tento ser seletivo. Se você já lembrou que Millennium é o nome da série prima de Arquivo X, pode ser - e isso é especulação minha - que Siteg Larsson tenha se inspirado por essas esquinas. Porque tem todo aquele climão de conspiração embora nada flerte com aliens ou sobrenatural.
Na verdade, guarda mais similaridades com uma série que poucos vão lembrar: Pretender. Nem tanto na protagonista em si, mas em toda pegada de parentesco que Pretender trazia a superfície... de forma até exagerada. Pra tamanho sucesso nada me tira da cabeça que se deveu ao chamariz da passagem do estupro. Não que a história seja ruim e se apoie nisso, é interessante... mas com ou sem sexo, parece que estou vendo a sombra de Mulder, Scully e Pretender passando ao fundo.
Olha o trailer da leitura de David Fincher:
E Agora dá um look no original:
domingo, 22 de maio de 2011
TRAILER - Super 8
Abrams tenta se livrar de “LOST”.
J.J.Abrams e Steven Spielberg levam às telas mais uma história de, digamos, forças extraterrestres que são libertadas após um acidente de trem. O trailer é impactante, esperamos que o filme esteja à altura desses dois nomes de peso do cinema.
J.J.Abrams e Steven Spielberg levam às telas mais uma história de, digamos, forças extraterrestres que são libertadas após um acidente de trem. O trailer é impactante, esperamos que o filme esteja à altura desses dois nomes de peso do cinema.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Crítica - Enterrado Vivo
No dia mais claro, na noite mais densa, no caixão mais escuro...
A versão do título Buried em português: Enterrado Vivo, é uma piada gay pronta.
Mas besterebas a parte, o filme joga pá de terra pesada em qualquer gracinha logo nos primeiros minutos. E ele consegue mais façanhas como desenterrar uma excelente interpretação de Ryan Reynolds e vitamizar o ódio ao mesmo tempo tanto pelos iraquianos quanto pelos americanos. E, se você já acha visitar o Iraque uma coisa pouco atrativa, depois de assistir Buried, vai cortar da lista de projetos pra 2011 ou 2000 e qualquer coisa
A versão do título Buried em português: Enterrado Vivo, é uma piada gay pronta.
Mas besterebas a parte, o filme joga pá de terra pesada em qualquer gracinha logo nos primeiros minutos. E ele consegue mais façanhas como desenterrar uma excelente interpretação de Ryan Reynolds e vitamizar o ódio ao mesmo tempo tanto pelos iraquianos quanto pelos americanos. E, se você já acha visitar o Iraque uma coisa pouco atrativa, depois de assistir Buried, vai cortar da lista de projetos pra 2011 ou 2000 e qualquer coisa
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
TRAILER - Pânico 4
Começo a ficar em pânico com as requentadas... mas enfim, a franquia Pânico brinca exatamente com isso. A dica veio do http://paradgraca.blogspot.com/
Se quiser, avance 1 minuto pra escapar da apresentação do elenco.
Se quiser, avance 1 minuto pra escapar da apresentação do elenco.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
CINEMA - O Preço da Traição
Algum velcro
Vou ser bem honesto, o motivo de assistir O Preço da Traição (Chloe) foi mesmo pra ver Amanda Seyfried e Julianne Moore se esfregando. Duas beldades de duas gerações. Mas também gostaria de verdade de um trilher tão bom quanto A Orfã. Juntar elementos sexuais com ousadia e costurar uma personalidade ameaçadora em um deles, seria bom demais. O diretor Atom Egoyan faz isso, mas não sai memorável como poderia nessa refilmagem de outro francês que não assisti, chamado Nathalie X que aliás, é bem mal falado pelo que pesquisei.
Na história, Juliane Moore interpreta a ginecologista Catherine que é casada com Qui Gon... digo, com David (Liam Neeson) e cisma que o marido está traindo - sempre quando o cara é inocente - as mulheres fazem muito isso. Chateada que só, ela tem a genial idéia de contratar a deliciosa Chloe (Amanda Seyfried, claro) pra seduzir o maridão pro lado mais gostosinha da força a fim de entende-lo melhor. Acontece que Chloe como boa piranha, tem uns parafusos soltos.
O filme é legal sim, tem excelentes atuações de todo elenco, prende a atenção e não aborrece. A melhor sequência além dos bicos pontudos, está num diálogo direto entre homem e mulher protagonizado por Liam Nesson. Curto, mas um dos mais francos que já vi no cinema. Faltou algum desenvolvimento na figura de Chloe ser ameaçadora. A gente fica só pensando em formas de comê-la. Ela não assusta. Mesmo assim, resgata um pouco de climas daqueles suspenses dos anos 80 e a gente encontra, na boa, alguma diversão. Talvez mais leve do que deveria.
Nota: 6,5 atmosheras.
Veja também: trailer de O Preço da Traição
Crítica de : A Ilha do Medo
Vou ser bem honesto, o motivo de assistir O Preço da Traição (Chloe) foi mesmo pra ver Amanda Seyfried e Julianne Moore se esfregando. Duas beldades de duas gerações. Mas também gostaria de verdade de um trilher tão bom quanto A Orfã. Juntar elementos sexuais com ousadia e costurar uma personalidade ameaçadora em um deles, seria bom demais. O diretor Atom Egoyan faz isso, mas não sai memorável como poderia nessa refilmagem de outro francês que não assisti, chamado Nathalie X que aliás, é bem mal falado pelo que pesquisei.
Na história, Juliane Moore interpreta a ginecologista Catherine que é casada com Qui Gon... digo, com David (Liam Neeson) e cisma que o marido está traindo - sempre quando o cara é inocente - as mulheres fazem muito isso. Chateada que só, ela tem a genial idéia de contratar a deliciosa Chloe (Amanda Seyfried, claro) pra seduzir o maridão pro lado mais gostosinha da força a fim de entende-lo melhor. Acontece que Chloe como boa piranha, tem uns parafusos soltos.
O filme é legal sim, tem excelentes atuações de todo elenco, prende a atenção e não aborrece. A melhor sequência além dos bicos pontudos, está num diálogo direto entre homem e mulher protagonizado por Liam Nesson. Curto, mas um dos mais francos que já vi no cinema. Faltou algum desenvolvimento na figura de Chloe ser ameaçadora. A gente fica só pensando em formas de comê-la. Ela não assusta. Mesmo assim, resgata um pouco de climas daqueles suspenses dos anos 80 e a gente encontra, na boa, alguma diversão. Talvez mais leve do que deveria.
Nota: 6,5 atmosheras.
Veja também: trailer de O Preço da Traição
Crítica de : A Ilha do Medo
quinta-feira, 6 de maio de 2010
TRAILER - O Preço da Traição (Chloe)
Lésbica gostosa ALERT!
Em algumas cópias de Homem de Ferro 2, um trailer chamou mais atenção que qualquer outra coisa. Ele mostra Julianne Moore tão preocupada com a traição do marido jedi, o Liam Neeson, que contrata uma deliciosa garota software (mais um termo que inventei que será copiado) pra comprovar e ver do que o marido gosta. Ótima idéia Julianne! É isso mesmo, toda esposa devia fazer igual! Acontece que a menina, a atriz Amanda Seyfried gulosa que só, vai além e não poupa nem a própria Julianne. Promete!
Leia também: Crítica de Deixe Ela Entrar
Em algumas cópias de Homem de Ferro 2, um trailer chamou mais atenção que qualquer outra coisa. Ele mostra Julianne Moore tão preocupada com a traição do marido jedi, o Liam Neeson, que contrata uma deliciosa garota software (mais um termo que inventei que será copiado) pra comprovar e ver do que o marido gosta. Ótima idéia Julianne! É isso mesmo, toda esposa devia fazer igual! Acontece que a menina, a atriz Amanda Seyfried gulosa que só, vai além e não poupa nem a própria Julianne. Promete!
Leia também: Crítica de Deixe Ela Entrar
sexta-feira, 16 de abril de 2010
CINEMA - Caso 39

Mais Uma Vítima da Maldição do Oscar
Há tempos atrás, li uma matéria sobre o fato de determinadas figuras do meio cinematográfico serem laureadas com a famosa estatueta dourada e, com isso, atrair toda a sorte de urucubacas para sua carreira. Muitos deles já sofreram essa, digamos, "fatalidade", haja vista o caso de Kevin Costner, que, depois de Dança com Lobos, não fez mais nada que prestasse, com exceção, talvez, de Um Mundo Perfeito e Wyatt Earp. Com Renée Zellweger não foi diferente. A atriz do bico mais famoso do mundo, após estrelar alguns filmes medianos (Bridget Jones, Cold Mountain, que a premiou com o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, e Miss Potter) conseguiu participar de uma produção fraquíssima, Caso 39, de Christian Alvart, de Pandorum. O filme conta uma história pra lá de batida, e se você prestar bem a atenção, soluciona o mistério nos dez minutos iniciais do filme. Renée interpreta Emily Jenkins, uma espécie de assistente social para casos complicados, que recebe a incumbência de tratar de seu 39º abacaxi, o de uma garotinha adorável e perfeita demais, com uma família esquisita que a odeia, e cisma que ela é o "coisa ruim" em forma de docinho. O filme tem alguns clichês clássicos do gênero de terror (osquais pretendo discutir em um post, separadamente), que não ajudam em nada, e ainda tornam o filme um tédio eterno. O único destaque do filme, realmente, é Jodelle Ferland, que coloca o papel de Lilith no bolso, e ilude a todos com sua carinha de santa. Quer dizer, Renée, definitivamente, entra para o rol das celebridades cinematográficas que, apesar do Oscar, já tem um mico gigantesco em seu currículo. E porque eu acho que ela ainda tem salvação...
Nota: 2 atmospheras.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
CINEMA - A Ilha do Medo
Como diz o gênio maluco: "O que está acontecendo?"
Acabo fazendo coro de saudade de um Scorcese poderoso como em Cabo do Medo. Apesar de ter feitos bons filmes após isso, nenhum chega à altura e A Ilha do Medo (Shutter Island) acaba se constatando algo mediano, um Scorcese que não tomou suas vitaminas. Baseado no livro de Dennis Lehane chamado Paciente 67, Leonardo DiCaprio é o policial Teddy Daniels que em 1954 vai com seu pareciro Chuck Aule (Mark Ruffalo) investigar o desaparecimento de uma pirada que na teoria não tinha como ter escapado do super-hospício. Lá eles encontram o diretor Dr. John Crawley (Ben Kingsley adequado ao papel) que explica pormenores enquanto aparentemente protege algumas informações. Durante sua estadia, Teddy Daniels tem visões de sua mulher morta, a bela atriz Michelle Williams que tem uma boca impossível da gente não pensar em sacanagem. Daí até seu desfecho tristemente óbvio, ficamos alternando entre os devaneios de Daniels e a investigação nonsense nessas duas horas e quarenta de projeção cansativa. Cansa ficar olhando pras expressões do DiCaprio apesar de considerá-lo bom ator, me pareceu gasto nesse filme, meio que esgotado todos os seus truques de interpretação. Você pode até se surpreender com o final, mas o pré-requisito pra isso é ter assistido a poucos filmes de suspense, pois esse abusa de fórmulas batidas. Eu acertei o desfecho nos cinco minutos iniciais, a confirmação do que imaginei durante o resto apenas me aborreceu. Fica uma fotografia belíssima e duas sequências que considero excelentes: a dos ratos e a cena do fuzilamento. De resto... chatice...
Nota: 4,5 atmospheras.
Leia também: Crítica de: A Trilha
Acabo fazendo coro de saudade de um Scorcese poderoso como em Cabo do Medo. Apesar de ter feitos bons filmes após isso, nenhum chega à altura e A Ilha do Medo (Shutter Island) acaba se constatando algo mediano, um Scorcese que não tomou suas vitaminas. Baseado no livro de Dennis Lehane chamado Paciente 67, Leonardo DiCaprio é o policial Teddy Daniels que em 1954 vai com seu pareciro Chuck Aule (Mark Ruffalo) investigar o desaparecimento de uma pirada que na teoria não tinha como ter escapado do super-hospício. Lá eles encontram o diretor Dr. John Crawley (Ben Kingsley adequado ao papel) que explica pormenores enquanto aparentemente protege algumas informações. Durante sua estadia, Teddy Daniels tem visões de sua mulher morta, a bela atriz Michelle Williams que tem uma boca impossível da gente não pensar em sacanagem. Daí até seu desfecho tristemente óbvio, ficamos alternando entre os devaneios de Daniels e a investigação nonsense nessas duas horas e quarenta de projeção cansativa. Cansa ficar olhando pras expressões do DiCaprio apesar de considerá-lo bom ator, me pareceu gasto nesse filme, meio que esgotado todos os seus truques de interpretação. Você pode até se surpreender com o final, mas o pré-requisito pra isso é ter assistido a poucos filmes de suspense, pois esse abusa de fórmulas batidas. Eu acertei o desfecho nos cinco minutos iniciais, a confirmação do que imaginei durante o resto apenas me aborreceu. Fica uma fotografia belíssima e duas sequências que considero excelentes: a dos ratos e a cena do fuzilamento. De resto... chatice...
Nota: 4,5 atmospheras.
Leia também: Crítica de: A Trilha
quinta-feira, 1 de abril de 2010
CINEMA - A Caixa
É legal, mas não é legal... mas é legal... talvez...
Sabe aquela menina que dá vontade de traçar mas ao mesmo tempo vai que não vale a investida? se ela fosse mais piranha, mais facinha, de repente tinha até mais graça... é o caso aqui do filme A Caixa do diretor Richard Kelly que já tinha nos dado o esquisito mas ótimo Donnie Darko. A Cameron Diaz faz o par (que não combina aliás) com James Marsden (Ciclope). Respectivamente o casal Norman e Arthur. Ela é professora e ele um engenheiro da Nasa na década de 1970. Tal qual o conto de Richard Matheson que foi pra um episódio da melhor série de todos os tempos: Além da Imaginação de 1986, a dona Norman recebe a visita de um cara educado, esquisitíssimo e com parte do rosto queimado interpretado aqui pelo excelente Frank Langela. Ele diz o seguinte em versão resumida: "aqui tem uma caixa com um botão.Se você pressionar , ganha um milhão de dólares mas uma pessoa que você não conhece em alguma parte do mundo vai morrer. Você tem Jack Bauer 24 horas pra decidir. Se você não pressionar, não ganha nada e eu te deixo em paz."
Aháaaa! aí entra o bom e velho ensaio sobre ética humana que funcionou maravilhas no conto original mas que tem tantas voltas nessa versão de quase duas horas que a gente não sabe se vai ou se fica e tem aquele cheiro de perdido. Intencional?
Nota: não sei atmospheras!
Leia também: Critica de: Te Amarei para Sempre
Sabe aquela menina que dá vontade de traçar mas ao mesmo tempo vai que não vale a investida? se ela fosse mais piranha, mais facinha, de repente tinha até mais graça... é o caso aqui do filme A Caixa do diretor Richard Kelly que já tinha nos dado o esquisito mas ótimo Donnie Darko. A Cameron Diaz faz o par (que não combina aliás) com James Marsden (Ciclope). Respectivamente o casal Norman e Arthur. Ela é professora e ele um engenheiro da Nasa na década de 1970. Tal qual o conto de Richard Matheson que foi pra um episódio da melhor série de todos os tempos: Além da Imaginação de 1986, a dona Norman recebe a visita de um cara educado, esquisitíssimo e com parte do rosto queimado interpretado aqui pelo excelente Frank Langela. Ele diz o seguinte em versão resumida: "aqui tem uma caixa com um botão.Se você pressionar , ganha um milhão de dólares mas uma pessoa que você não conhece em alguma parte do mundo vai morrer. Você tem Jack Bauer 24 horas pra decidir. Se você não pressionar, não ganha nada e eu te deixo em paz."
Aháaaa! aí entra o bom e velho ensaio sobre ética humana que funcionou maravilhas no conto original mas que tem tantas voltas nessa versão de quase duas horas que a gente não sabe se vai ou se fica e tem aquele cheiro de perdido. Intencional?
Nota: não sei atmospheras!
Leia também: Critica de: Te Amarei para Sempre
sexta-feira, 12 de março de 2010
CINEMA - Pandorum
Se é Bower é bom?
Bower (Ben Foster) e Payton (Dennis Quaid) despertam da criogenia numa imensa nave e custam a lembrar direito até mesmo quem eles são. Há uma mensagem que diz que a Terra acabou e quem está na nave são os últimos humanos em rota pra um planeta habitável. Sabe-se lá há quanto tempo eles estão viajando, mas percebem logo que criaturas violentíssimas estão dentro também seguindo viajem (ou viagem? eu nunca aprendo isso). Mas o rabo torceu a porca duas vezes quando além de mal se reconhecerem numa situação destroçada, ainda existe inerente a tudo uma doença chamada pandorum que é algo que pode despirocar a mente de alguém que viaja tempo demais.
Yeah, yeah... o filme é bacana no clima, na interpretação dos protagonistas e numa sacada final. Fora isso é um tanto "já vi algo assim em cavernas". As criaturas se parecem demais com as do Abismo do Medo e a direção do Christian Alvart falhou em parte da ação quando mostra borrões demais a fim de não entregar os bichos. Eu também não gosto do Ben Foster, tenho uma implicância com a voz dele que me incomoda pacas, mas sei que não posso julgar o filme por isso. Mas cá entre a gente, se fosse Bauer e não Bower... ahhh moleque, coitada das criaturas! Bom, carente de uma ficção científica que só, no saldo total gostei e recomendo Pandorum pra fãs de sci fi e suspense. Queria que tivesse mais filmes sérios assim...
Nota: 6,8 atmospheras!
Bower (Ben Foster) e Payton (Dennis Quaid) despertam da criogenia numa imensa nave e custam a lembrar direito até mesmo quem eles são. Há uma mensagem que diz que a Terra acabou e quem está na nave são os últimos humanos em rota pra um planeta habitável. Sabe-se lá há quanto tempo eles estão viajando, mas percebem logo que criaturas violentíssimas estão dentro também seguindo viajem (ou viagem? eu nunca aprendo isso). Mas o rabo torceu a porca duas vezes quando além de mal se reconhecerem numa situação destroçada, ainda existe inerente a tudo uma doença chamada pandorum que é algo que pode despirocar a mente de alguém que viaja tempo demais.
Yeah, yeah... o filme é bacana no clima, na interpretação dos protagonistas e numa sacada final. Fora isso é um tanto "já vi algo assim em cavernas". As criaturas se parecem demais com as do Abismo do Medo e a direção do Christian Alvart falhou em parte da ação quando mostra borrões demais a fim de não entregar os bichos. Eu também não gosto do Ben Foster, tenho uma implicância com a voz dele que me incomoda pacas, mas sei que não posso julgar o filme por isso. Mas cá entre a gente, se fosse Bauer e não Bower... ahhh moleque, coitada das criaturas! Bom, carente de uma ficção científica que só, no saldo total gostei e recomendo Pandorum pra fãs de sci fi e suspense. Queria que tivesse mais filmes sérios assim...
Nota: 6,8 atmospheras!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
CINEMA - A Trilha
Ela é linda, ela é linda... Esse Perfect Getaway é de David Twohy, mesmo cara que fez Eclipse Mortal e Crônicas de Riddick (me recuso a chamar de "A Batalha...") cumpre o que o trailer diz. Suspense, alguma velocidade e até uma reviravolta forçadinha funcionam. Aqui, Steve Zanh e Jojovich vão curtir a lua de mel no Havaí quando topam com um casal estranho e houvem falar de mais um outro formado por psicopatas que estavam nas proximidades. Vai que é o mesmo... Olha, acertei o final com certa facilidade e mesmo assim não me frustrou. Talvez seja pelo encanto das locações e da atriz. O lugar é impressionante, a Milla é um sonho... anestesia e a gente acaba aceitando a trama que corre abaixo do visual.
Nota: 6 atmospheras.
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